O QUE FAZER PARA MELHORAR A EDUCAÇÃO PÚBLICA

EDUCAR É UM ATO DE AMOR!

A EDUCAÇÃO É O PRINCIPAL ANTÍDOTO PARA COMBATER A DESIGUALDADE SOCIAL.
Luiz Rocha

Função da escola

O desafio das escolas comum e especial é o de tornar claro o papel de cada uma, pois uma educação para todos, não nega nenhuma delas. Se os compromissos educacionais dessas não são sobrepostos, nem substituíveis, cabe a escola especial complementar a escola comum, atuando sobre o saber particular que invariavelmente vai determinar e possibilitar a construção do saber universal.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

ACIDENTES COM MOTOS/ SERRA DO RAMALHO


ACIDENTES COM MOTO ESTÁ CEIFANDO A VIDA DE  NOSSOS JOVENS

          ACIDENTES COM MOTOS NO INTERIOR DO BRASIL TEM SIDO O ASSUNTO QUE ROLA NO FINAL DE SEMANA NAS PEQUENAS CIDADES DO INTERIOR, INCLUSIVE EM SERRA DO RAMALHO UMA CIDADE PACATA QUE FICA LOCALIZADA NO INTERIOR DA BAHIA.
         É LAMENTÁVEL O QUE VEM SENDO NOTICIADO DIARIAMENTE PELA MÍDIA A CERCA DE ACIDENTES COM MOTOCICLETAS.
         DIARIAMENTE SÃO DEZENAS DE JOVENS QUE ESTÃO TENDO AS SUAS VIDAS CEIFADAS POR ESTE MEIO DE TRANSPORTE QUE SE TORNOU UMA MÁQUINA DE MATAR.
         NOS DO INTEROR DO BRASIL SOMOS TESTEMUNHAS, QUE NÃO É UM EXAGERO DA MÍDIA,POIS  NA PACATA CIDADE QUE RESIDO PRATICAMENTE TODA SEMANA OCORRE ACIDENTES GRAVES COM MOTOS, E RARAMENTE QUANDO NÃO TERMINA EM ÓBITO. E VALE RESSALTAR QUE NA ESMAGADORA MAIORIA DESTA TRISTE ESTATITISCA ESTÃO QUASE SOMENTE OS JOVENS ENVOLVIDOS POR ABUSAREM DO LIMITE DE VELOCIDADE PERMITIDO.
 PESSOALMENTE ACREDITO QUE O PERIGO EM SI NAÕ ESTÁ NO VEÍCULO MAS SIM NO CONDUTOR.
   ACREDITO QUE A SAÍDA PARA REDUÇÃO DE ACIDENTES COM MOTOS SEJAM:
  •   EDUCAÇÃO DE TRANSITO VOLTADA ESPECIFICAMENTE PARA MOTOCICLETAS;
  • UMA FISCALIZAÇÃO MAIS PRESENSENTE;
  • AS MOTOS JÁ VIREM DE FÁBRICA COM UMA VELOCIDADE LIMITE DE 60Km/ POR HORA.

sábado, 21 de maio de 2011

BREVE HISTÓRICO DE SERRA DO RAMALHO- BAHIA

SERRA DO RAMALHO BAHIA

O nosso município Serra do Ramalho esta situado na região Oeste da Bahia,fazendo limites com os municípios de Malhada, Carinhanha, Santana, São Felix do Coribe, Feira da Mata e Bom Jesus da Lapa, ao qual pertencia antes da sua emancipação. Sendo nosso município proveniente de um projeto de colonização e reforma agrária que era dividido em 23 agrovilas. Foi o seu plebiscito aprovado para município no dia 13-06-1989, mas após nossa emancipação perdemos para Carinhanha as agrovilas 15,16 e 23.


Serra do Ramalho, segundo o censo de 2000 conta com uma população superior a 33.000 habitantes.

HIDROGRAFIA





Serra do Ramalho não possui nenhum rio perene cortando o interior do seu município, mas possui no seu subsolo um lençol freático abundante, sendo possível cisternas quase em todos os sítios com profundidades em média de 15 metros.

A linha divisória que separa nosso município de Bom Jesus da Lapa ao leste, é o Rio São Francisco, rio de grande importância para a nossa economia, pois dele é retirado boa parte do peixe que consumimos, além de pequenas irrigações feitas à sua margem. Temos também ao norte o Rio Corrente que nos separa do município de Santana. Ao oeste da agrovila 05 temos a lagoa do Pajaú de onde pequenos pescadores retiram o peixe para o consumo e também para vender no município o ano todo.



ECONOMIA



A nossa principal economia é proveniente da criação bovina, pois uns dos poucos produtos que não precisamos importar é a carne de gado e o leite, além destes garantir o consumo interno, exportamos até para outros estados o boi gordo, o nosso famoso requeijão e a manteiga de leite de gado.

Produzimos na agricultura, no ano em que o clima é favorável o feijão catador, milho, algodão mandioca e o sorgo.



POPULAÇÃO



A população de Serra do Ramalho é a mais diversificada do oeste baiano, sendo este município oriundo de um projeto de colonização e têm sua ascendência proveniente de moradores que já habitavam esta região, imigrantes da represa de Sobradinho, sem terras trazidos pelo INCRA em 1979 do Mato Grosso do Sul, paraibanos, mineiros, sergipanos e pernambucanos.

É um lugar que não existe muita desigualdade social, ou seja não há muita diferença de poder aquisitivo,somente poucos comerciantes e criadores se destacam. mas sem significado no cenário nacional.

A religião dominante é o cristianismo, distribuídos na igreja Católica a que possui o maior número de fieis seguida pela igreja Assembléia Deus, Adventista,Cristã, Testemunha de Jeová e outras em menor número.
 
POSTADO POR LUIZ ROCHA 

A HISTÓRIA DE SERRA DO RAMALHO EM CONSTRUÇÃO

Considerando os diversos aspectos que contribuíram para o surgimento e de desenvolvimento do Município de Serra do Ramalho, resolvemos dividir sua história em três etapas que iremos abordar. A fase anterior a vinda do INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária); O Período de Colonização e o Período de emancipação política até os dias atuais.


Achamos equivocada a opinião de muitas pessoas quando divulgam a idéia de que Serra do Ramalho é uma região recém habitada. Temos em nosso município comunidades e localidades habitadas há muitos anos, entre as quais destacamos Barreiro Grande, Campinhos, Boa Vista, Tabuleiro, as fazendas da CSB, Serra Solta, Lajeado, Taquari, Fazenda Roberto, etc. Algumas chegando a ultrapassar 100 anos de existência,.Portanto é errado estudar Serra do Ramalho sem levar em conta os costumes, crenças e tradições existentes nesse período.

Quando o Governo Federal resolveu construir a Barragem de Sobradinho, ,escolheu a região entre o Rio São Francisco e a Serra do Ramalho para abrigar os habitantes que residiam na área da Barragem, que compreendem os municípios de Casa Nova, Pilão Arcado, Remanso, Sento Sé e Sobradinho.

Foi juntando em 1975 o Projeto Especial de Colonização de Serra do Ramalho, que desapropriou todas as propriedades existentes para distribuir as terras uniformemente entre os recém chegados, sem levar em conta as aptidões das pessoas. O auge da Colonização teve muita fartura e assistência do INCRA. As chuvas eram constantes e a produção algodoeira propiciou um forte impulso na Economia do município vizinho ao projeto: Bom Jesus da Lapa. O responsável por toda assistência às Agrovilas era o INCRA, que assumiu a educação, saúde, transporte, etc.

Impulsionado pelos interesses político de algumas lideranças foi criado em 1989 o Município de Serra do Ramalho, que abandonado pelo INCRA, teve na prefeitura sua única via de organização e sustentação, tal período coincidiu com o declínio da lavoura algodoeira, aumentando o caos. Gradativamente a vocação para a pecuária foi surgindo como alternativa de sobrevivência para o nosso povo.

Serra do Ramalho teve como seu primeiro prefeito Boalô Dantas, que foi o executor que mais se destacou, no período que este município era apenas um projeto de colonização e reforma agrária. Boalô foi prefeito de nosso município por apenas 2 anos. Suas principais obras foram a criação do parque de vaquejada,câmara municipal e casas populares do bairro Belenzinho.

O segundo prefeito de nosso município foi Dumuriez ( 1993-1996). Sendo substituído por Alberto Godooy que governou nosso município por 8 anos (1997-2004) suas grandes obras foram água do Rio São Francisco encanada,pavimentação das ruas e avenidas na sede do município,creches,escolas,hospital, centro cultural, áreas de lazeres (praças, modernização do parque).

O terceiro prefeito de Serra do Ramalho é o senhor Carlos Caraíbas de Sousa, sendo a pessoa que possui a maior representatividade política em nosso município, pois deste a sua fundação sempre representou o município em  alguma esfera do poder ( legislativo ou executivo).

 Ja foi vereador  , presidente da camara dos vereadores, por 8 anos vice- prefeito e atualmente goza de seu segundo pleito como prefeito do municipio.
  O governo do prefeito atual foi destacado pela transparencia nos concursos públicos, concursos estes que foram elogiados por todos pela seriedade que foi conduzido. Pois nos concursos realizados pela gestão anterior deixou todos intrigados pelo o resultado dos concursos aonde boa parte dos aprovados nos concursos municipal serem pessoas totalmente analfabetas.
Um outro ponto positivo na gestão do senhor Caraíbas foi aprovação do  Plano de Carreira do Magistério aonde houve uma  valorização em cerca de 300 % no salário dos professores em relação ao que recebia anteriormente de sua gestão.
 De acordo com a opinião publica neste periodo houve poucos avanços na parte que se refere  a infraenstrutura,,pois as pavimentações na zona urbana pouco se avançou se comparado com a gestão de seu antecessor.
Na area da educação houve uma reorganização na forma gerir a educação do municipio, pois a Secretaria da Educação Municipal conta atualmente com especialistas em educação, psicóloga, psicopedagogos e coordenadores de educação para acompanhar as atividades complementares e  está sendo implantados gradativamente a gestão democrática nas escolas aonde a comunidade escolar está tendo o direito democraticamente de escolher o gestores das escolas.
O sindicato dos servidores municipais passarão a ser reconhecido pelo o gestor municipal algo que não acontecia.


Diante das diversas situações abordadas temos nos dias atuais uma variedade cultural, fruto da miscigenação de diversos povos, com origens e costumes diferenciados.

Acreditamos que os anos a seguirem nos possibilitarão a formação de uma identidade cultural que está em contínua formação. As pessoas vão se encontrando, convivendo e gerando uma nova forma de vida, baseada não na vida de suas comunidades primitivas, mas nova sociedade, com especificidades peculiares a região onde habitam.

ASPECTOS FÍSICOS E HISTÓRICO DE SERRA DO RAMALHO- BAHIA

SERRA DO RAMALHO




HISTÓRICO: O município de Serra do Ramalho originou-se do assentamento das famílias ocorrido com a construção da barragem de “Sobradinho”, alagando as cidades de Casa Nova, Remanso, Sento Sé, Pilão Arcado e Xique Xique. No dia 13/05/1975 foi criado o PEC’SR –Projeto Especial de Colonização Serra do Ramalho pelo INCRA, com o objetivo de assumir a transposição das 1.800 famílias e os”sem terra” de várias partes do país, distribuídos em 23 agrovilas.

EMANCIPAÇÃO POLÍTICA: Lei Estadual Nº 5.018, de 13/06/1989.

DISTRITOS: Serra do Ramalho(Sede).

POVOADOS: Agrovila 01, 02, 03, 04, 05, 06, 07, 08, 10, 11, 12, 13, 14, 17, 18, 19, 20, 21, 22, Barra da Ipueira, Fechadinha, Pambu, Araçá, Tapera, Caldeirão, Capão Preto, Curral Novo, Boca da Vereda, Boa Vista, Vila Boa Esperança, Palma, Passos, Ilha da Palma, Alto do Tamburil, Mariape, Campinhos, Pituba, Água Fria, Barreiro Grande, Mata Verde, Nova Posse, Taquari, Mineira, Taboleiro, Fazenda Roberto, Bem Bom, Rondoinha, Serra Solta, Barnabé, Mandiaçu, CSB, Fazenda Busato, Jenipapo, Olho D’agua, Batatas.

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA: Região oeste do Estado da Bahia, na microrregião do Médio São Francisco, margem esquerda do rio São Francisco.

COORDENADAS GEOGRÁFICAS: 23º37’ Latitude Sul e 43º34’ Longitude Oeste.

EXTENSÃO TERRITORIAL: 2.649 km2.

LIMITES: NORTE: Bom Jesus da Lapa e Santana; SUL: Carinhanha; LESTE: Bom Jesus da Lapa e Malhada; OESTE: São Félix do Coribe.

RELEVO: Depressão do São Francisco, Patamares do Chapadão, Várzeas e Terraços Aluviais.

ALTITUDE: 438m acima do nível do mar.

PONTO CULMINANTE: Serra do Ramalho – 438m.

GEOLOGIA: Calcários, dolomitos, siltitos, folhelhos, argilitos, ardósias, depósitos eluvionares e coluvionares, depósitos fluviais, arenitos finos e médios, margas.

GRUTAS: Tamarindo, Mandiaçu, Caldeirão Verde, Serra Solta.

TIPO DE SOLO: Cambissolo eutrófico, Latossolo Vermelho e Amarelo álico, Podzólico Vermelho e Amarelo eutrófico, Solos Aluviais eutróficos.

APTIDÃO AGRÍCOLA DAS TERRAS: Regular para lavouras, restrita para lavouras, restritas para silvicultura, regular/restrita e sem aptidão para pastagem natural.

VEGETAÇÃO: Floresta estacional decidual e semidecidual, Formações pioneiras com influência fluvial, arbustiva, Contato caatinga-floresta estacional.

CLIMA: Tropical (seco e subúmido).

TEMPERATURA MÉDIA ANUAL: 23.7º C - Máxima:30.5º C - Mínima:19.8º C.

PLUVIOSIDADE ANUAL: Média de 800 a 900 mm.

PERÍODO CHUVOSO: Novembro a janeiro.

RISCOS DE SECA: Alto e médio.

HIDROGRAFIA: Bacia do São Francisco.

PRINCIPAIS RIOS: Rio São Francisco e Rio Corrente.

RIOS SECUNDÁRIOS: Riacho da Pituba , Riacho do Mariape, Riacho da Pedra Branca, Riacho Taquarinópolis, Riacho João de Deus.

BARRAGENS: Barnabé, Agrovila 11 e Agrovila 10.

LAGOAS: Tapera, Pájeu, Manga, Água Fria, Moita Grande, Jacaré, Retiro, Duas Irmãs, Malhada Alta, Malhada Grande, Moitinha, Impueira, Cumatá, Passo dos Cavalo, Ema, Canafistúla, .Lontra e Pau Branco.

ILHAS FLUVIAIS: Ilha da Palma, Ilha Zé da Silva, Campo Largo, Ilha do Pambu, Pituba, Carrapato, Ilha Mane Beto.

NÚMERO DE POÇOS PERFURADOS: 50 unidades.

PROFUNDIDADE DO NÍVEL ESTÁTICO: 0 a 30 metros.

POPULAÇÃO: 32.594 habitantes (censo 2000).

HOMENS: 17.004. MULHERES: 15.590.

POPULAÇÃO URBANA: 3.732.

POPULAÇÃO RURAL: 28.862.

TAXA DE CRESCIMENTO ANUAL: 2,29.

TAXA DE FECUNDIDADE: 2,3 filhos(2000).

ESPERANÇA DE VIDA: Homens – 65 anos. Mulheres – 72 anos.

DENSIDADE DEMOGRÁFICA: 12,3 hab/km2(habitantes por quilometro quadrado).

TAXA DE NATALIDADE: 21,2 para cada 1000 nascimento durante um ano.

TAXA DE MORTALIDADE: 6.9 para cada 1000 nascimento durante um ano.

CRESCIMENTO VEGETATIVO: 14,3.

O município apresenta forte movimento migratório(emigração e imigração).

ATIVIDADES ECONÔMICAS

. AGRICULTURA: A principal atividade econômica do município é a agricultura de subsistência, predominando a cultura de milho, sorgo, feijão de corda, mandioca e algodão.

Pequenas irrigações de tomate, côco, banana, melancia, cebola e algodão(Faz. Busato).

ÁREA DOS ESTABELECIMENTOS RURAIS: 20 ha (módulo do INCRA).

.PECUARIA: Destacam-se os rebanhos de gado:

BOVINO: 41.379 unidades. EQUINO: 2.477 unidades.

SUINO: 1.477 unidades. CAPRINO: 798 unidades.

OVINO: 492 unidades. MUAR: 108 unidades.

AVES: 14.393 unidades.

O abate e comércio de animais são feitos nas “ casas de carnes” ou “açougues” locais.

. INDÚSTRIA: Conforme registro da JUCEB, o município possui 14 indústrias, destacando-se a Indústria de Transformação(algodão e madeira); Indústria de Móveis; Indústria de Esquadrias(serralharia); Indústria Alimentícia(laticínios e panificação); Artesanato(madeira,

linhas,tecidos); Indústria de Vestuário(roupas); Indústria de Cerâmica.

. EXTRATIVISMO:

Mineral – Rocha calcária para brita, ardósia, cascalho para terra planagem.

Vegetal – Madeira.

Animal – Pesca, caça e mel de abelhas.

Recentemente iniciou-se a Apicultura(criação de abelhas).

. COMÉRCIO: Conforme registro da JUCEB, existem 109 estabelecimentos comerciais no município, destacando-se o Comércio Varejista de Produtos Alimentícios e Bebidas,Papelaria, Vestuários, Móveis e Eletrodomésticos, Material de Construção, Farmacêutico e Agrotóxicos, Combustíve, Hortifrutigranjeiros. Ocupa o 224ª posição dentre os municípios baianos.

. SERVIÇOS: Banco do Brasil S.A, Empresa de Correios e Telégrafos, Prefeitura Municipal,

Nossa Caixa Aqui(Caixa Econômica), Banco Postal(Bradesco), EBDA, Delegacia de Polícia,

Cesta do Povo, FUNASA(Fundação Nacional de Saúde), Banco do NordesteS/A(Bom Jesus da Lapa) e INSS(contemplando cerca de 3.000 benefícios aos serramalhenses).

. SAÚDE: O município dispõe do Hospital Municipal Gilvan Wanderley de Farias, com 30 leitos, com as seguintes especialidades médicas: Clinica Médica, Cirúrgica e Pediátrica.

Oferece Serviço Odontológico, os Programas de Combate a Dengue, Leshimaniose, Chagas,

Hanseníese, Febre Amarela, Imunização, Preventivo, Pré Natal e Planejamento Familiar.

POSTOS DE SAÚDE: Sede, Agrovila 07, 05, 03, 01, 02, 04, 06, 12, l3, l4, l7,18, 20 e 21.

O cidadão é beneficiado por 04 ambulâncias para transporte interno(dentro do município) e 03 ambulâncias para transporte intermunicipal(Brasília, Ibotirama, etc.). Ao ser encaminhado

a Brasília, o paciente e acompanhante são hospedados na “CASA DE APOIO” mantida pela

Prefeitura Municipal.

. EDUCAÇÃO: São oferecidos as crianças, jovens e adultos as seguintes modalidades de

ensino: Educação Infantil – 0 a 03 anos(creches) e de 04 a 06 anos(Pré-escolar); Ensino Fundamental – 07 a l4 anos(Ensino regular-1ª a 8ª séries) e acima de 15 anos(Aceleração) e Ensino Médio – 15 a 17 anos e acima de 18 anos(Aceleração).

NÚMERO DE ESTABELECIMENTOS DE ENSINO:

- REDE ESTADUAL: 02.

- REDE MUNICIPAL: 47.

- REDE PARTICULAR: 01.

NÚMERO DE ALUNOS MATRICULADOS EM 2004: 14.226.

- CRECHES: 720.

- PRÉ-ESCOLAR: 1.415.

- ENSINO FUDAMENTAL-1ª A 8ª SÉRIES:

ESTADUAL - 921.

MUNICIPAL - 8.200(regular) e 375(EJA).

PARTICULAR - 64.

- ENSINO MÉDIO:

ESTADUAL – 1.231.

MUNICIPAL – 1.300.

NÚMERO DE PROFESSORES: 414(efetivos) e 250(temporários).

O município mantêm o Programa REDE UNEB 2000, habilitando 100 professores em exercício, no Curso de Pedagogia.

. SEGURANÇA: A Segurança é mantida pelo Delegado de Polícia Civil, 02 Policiais Civil, 05 Policiais Militar e 36 Guardas Municipais. O deslocamento com destino aos povoados é feito em 03 viaturas precárias. O Batalhão da Polícia Militar de Bom Jesus Lapa constantemente envia reforços nas investidas de emergência e combate ao crime.

. ESPORTE, CULTURA E LAZER: Vaquejadas, Futebol e FUTSAL. Festas dançantes com apresentação de Artistas locais e nacionais, Pescarias e banhos nas “CRÔAS” do Rio São Francisco e Lagoas. Os valores culturais são poucos cultivados e incentivados.

FESTAS POPULARES E RELIGIOSAS:

- São Sebastião – 11 a 20/01 – Povoado da Boa Vista e Agrovila 02;

- Reisado – Janeiro – Campinhos e outras localidades;

- São José Operário - 01/05 – Sede do município;

- Aniversário da Cidade – 13/06 – Sede do município;

- Vaquejada,Exposição e São João – Junho – Parque Joaquim Machado;

- Santo Antônio – 13/06 – Agrovila 11, Campinhos e Taboleiro;

- Festa do Divino – Maio/Junho – Povoado do Jenipapo;

- Nossa Senhora do Amparo – 15/08 - Agrovila 05;

- Festa de Todos os Santos – 01/11 – Barreiro Grande;

- Roda de São Gonçalo – Agrovila 02.

. TRANSPORTE: O deslocamento da população é feita por via terrestre(Rodovia BA 161, 349 e municipais) e fluvial(Rio São Francisco e Corrente) e aéreo(Aeroporto Maria Cristina Tenório Godoy). Destacam-se na prestação de serviços as Empresas Novo Horizonte, Santo Antonio e Gontijo e os Transportes Alternativos(cerca de 30 Micro-ônibus e VANS).

. MÃO-DE-OBRA E RENDA: A mão-de-obra predominante é não especializada, voltada para as atividades agrárias e prestação de serviços. Os Servidores da Educação e Saúde e os Profissionais Liberais apresentam melhor qualidade profissional. A renda percapta média é de R$60,00(sessenta reais).

. FINANÇAS PÚBLICAS: As Receitas decorrentes da Arrecardação Municipal e Transferências da União e Estado ao Município oscila em torno de R$1.200.000,00(janeiro do ano 2005).

PIB( Produto Interno Bruto) – R$78,33 milhões (2003)

. REPRESENTAÇÃO POLÍTICA:

ELEITORES INSCRITOS: 20.789 em 03/10/2004.

PREFEITO: Carlos Caraíbas de Souza – PSDB (8.581 votos em 03/10/2004), para exercer o mandato de 01/01/2005 a 31/12/2008. VICE-PREFEITO: Luiz Carlos dos Santos – PSB. CÂMARA DE VEREADORES: Arnaldo Magalhães da Silva (PMDB-363 votos); Cláudio Cardoso Ferreira (PFL-595 votos); Cloves Alves do Santos (PHS-374 votos); Felizdinólia do Nascimento Cardoso-Doinha (PSDB-415 votos); Francisco Chagas dos Santos (PFL-469 votos), Francisco Soares de Souza-Chicão (PSDB-536 votos); Geminiano Caraíbas Souza-Gemi (PSB-485 votos); Marcos de Oliveira Nascimento-Marcão (PSDB-480 votos); Vanderlei Malaquias Ribeiro (PP-346 votos). Mandato- 01/012005 a 31/12/2008.

.EX-PREFEITOS: Boileau Dantas Wanderley Filho(01/01/1990 a 31/12/1992); Dumouriez de Souza Dantas Wanderley(01/01/1993 a 31/12/1996); Alberto Anísio Souto Godoy (01/01/1997 a 31/12/2000 e Reeleito para o mandato de 01/01/2001 a 31/12/2004).

.ENTIDADES REPRESENTATIVAS DE CLASSES: Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Sindicato dos Servidores Municipais, Pastoral da Criança, Associações de Moradores das Agrovilas, Associações de Pequenos Produtores Rurais, Cooperativa Mista da Agrovila 10, Associação Cultural e Social de Mulheres, União das Associações de Moradores, Associações Evangélicas, Grupos de Jovens.

PREFEITURA MUNICIPAL DE SERRA DO RAMALHO

Rua Acre S/N – Centro

47.6300-000 Serra do Ramalho-BA

Tel. (77) 3620-1026/1291/1001

E-mail: pmsr@bol.com.br



CÂMARA MUNICIPAL DE SERRADO RAMALHO

Av. Central Norte S/N – Centro

47.630-000 Serra do Ramalho-BA

Tel. (77) 3620-1349/1450

E-mail: camarasr@polynet.com.br



Pesquisador: Prof. Chagas.

FONTE: IBGE, CEI, MINISTÉRIO DA FAZENDA/STN, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, 1º CENSO CULTURAL DA BAHIA, TRE-BA, PREFEITURAMUNICIPAL.

AS CIDADES MAIS POPULOSA DA BAHIA DE ACORDO COM O CENSO 2010

 CIDADES MAIS POPULOSA DA BAHIA DE ACORDO COM O CENSO 2010

Nome do município População 2010 População 2000


1. Salvador 2.676.606 2.443.107

2. Feira de Santana 556.756 480.949

3. Vitória da Conquista 306.374 262.494

4. Camaçari 242.984 161.727

5. Itabuna 204.710 196.675

6. Juazeiro 197.984 174.567

7. Ilhéus 184.231 222.127

8. Lauro de Freitas 163.414 113.543

9. Jequié 151.921 147.202

10. Alagoinhas 142.160 130.095

11. Teixeira de Freitas 138.491 107.486

12. Barreiras 137.428 131.849

13. Porto Seguro 126.770 95.721

14. Simões Filho 118.020 94.066

15. Paulo Afonso 108.419 96.499

16. Eunápolis 100.246 84.120

17. Santo Antônio de Jesus 90.949 77.368

18. Valença 88.729 77.509

19. Candeias 83.077 76.783

20. Jacobina 79.285 76.492

21. Guanambi 78.801 71.728

22. Serrinha 77.285 83.206

23. Senhor do Bonfim 74.431 67.723

24. Itapetinga 68.314 57.931

25. Campo Formoso 66.638 61.942

26. Irecê 66.404 57.436

27. Dias d'Ávila 66.373 45.333

28. Casa Nova 64.944 55.730

29. Brumado 64.550 61.670

30. Bom Jesus da Lapa 63.508 54.421

31. Itamaraju 63.355 64.144

32. Conceição do Coité 62.042 56.317

33. Itaberaba 61.623 58.943

34. Luís Eduardo Magalhães 60.179 0

35. Ipirá 59.352 61.746

36. Cruz das Almas 58.584 53.049

37. Santo Amaro 57.811 58.414

38. Euclides da Cunha 56.312 53.885

39. Tucano 52.391 50.948

40. Monte Santo 52.360 54.552

41. Araci 51.636 47.584

42. Catu 51.075 46.731

43. Jaguaquara 51.019 46.621

44. Barra 49.342 44.203

45. Ribeira do Pombal 48.271 46.270

46. Santo Estêvão 47.901 41.145

47. Caetité 47.524 45.090

48. Macaúbas 47.067 41.806

49. Xique-Xique 45.562 44.718

50. Poções 44.760 44.213



segunda-feira, 2 de maio de 2011

AVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS/ 5º ANO/ SERRA DO RAMALHO/ PROFESSOR LUIZ ROCHA

ESCOLA CASTRO ALVES


ALUNO------------------------

AVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS



A VELHA CONTRABANDISTA

Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha.

Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela:

- Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?

A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo e respondeu:

- É areia!

Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.

Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia.

Diz que foi aí que o fiscal se chateou:

- Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com 40 anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.

- Mas no saco só tem areia! – insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:

- Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?

- O senhor promete que não “espaia” ? – quis saber a velhinha.

- Juro – respondeu o fiscal.

- É lambreta.

(Stanislaw Ponte Preta)

Interpretação do texto



1) O que a velhinha carregava dentro do saco, para despistar o guarda?



2) O que o autor quis dizer com a expressão “tudo malandro velho”?



3) Leia novamente o 4º parágrafo do texto e responda:

Quando o narrador citou os dentes que “ela adquirira no odontólogo”, a que tipo de dentes ele se referia?



4) Explique com suas palavras qual foi o truque da velhinha para enganar o fiscal.



5) Quando a velhinha decidiu contar a verdade?



6) Qual é a grande surpresa da história?



7) Dê o antônimo das palavras abaixo:

Bonito-----------------alto---------------------gordo----------------------

Feliz-------------------apagar-----------------vitória---------------------



8) Separe as silabas das palavras abaixo e classifique quanto ao numero de sílabas em monossílaba, dissílaba, trissílaba ou polissílaba:

Matemática---------------------------------------------------------------------------

Escola ---------------------------------------------------------------------------------

Amor ----------------------------------------------------------------------------------

Fé---------------------------------------------------------------------------------------

Construir------------------------------------------------------------------------------



9) Forme novos vocábulos como no exemplo abaixo:

Medo = medroso

Amor -------------------- sabor----------------------------------

Delicia --------------------- fama-----------------------------------

Coragem------------------ atenção----------------------------------



10) Circule as palavras que possuem encontro consonantal:

Menino - construir - escritório - coração

Família - absurdo - sujeito - avaliação

Observar - eclipse - aplauso - decepção



PROFESSOR LUIZ: o seu parceiro na construção do conhecimento!

AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA/ ESCOLA CASTRO ALVES/ 5º ANO/ PROFESSOR LUIZ ROCHA/ SERRA DO RAMALHO


ESCOLA CASTRO ALVES


ALUNO-----------------------------------------DATA: 17/03/2011



AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA



1) Escreva os valores abaixo em números romanos:

a) 22-----------------b) 35---------------------c) 60----------------------d) 120--------------

e) 17------------------f) 21-----------------------g) 650--------------------h) 1200------------



2) Assinale com (maior que ) > ou ( menor que ) < as sentenças abaixo:

a) 87--------78 b) 125-------------215 c) 324------------234

d) 350---------98 e) 760---------------900 f) 875 ---------------1200



3) Complete com o antecessor e o sucessor os números abaixo:

a)------------150------------- b) ------------99--------------

c) -----------400-------------- d)------------349----------------

e) -----------999--------------- f) ------------135---------------

g) -----------67----------------- h) ------------1200-------------



4)Escreva como lemos os numerais abaixo:

a) 345----------------------------------------------------------------------

b) 2.250-----------------------------------------------------------------------------

c) 15.900-----------------------------------------------------------------------------

d )5.000.000----------------------------------------------------------------------------

e) 8.511.965-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

5) Arme e efetue as continhas abaixo:

a) 3.354 + 567 =

b) 92.430 + 15.657 =

c) 12. 342 – 8. 231 =

d) 15.124 – 7. 389

e) 50.000 – 45.675

f) 10.000 – 9.985



avaliação de historia/ séries iniciais

ESCOLA CASTRO ALVES


ALUNO----------------------------------- DATA: 27/04/2011

AVALIAÇÃO DE HISTORIA



1) O que essa imagem está representando?      ( a imagem não foi inserida)
 






2) Em que pais isto acontecia ?

por quê?





3) Escreva o que você consegue

Observar nessa imagem.













4) Com a descoberta de ouro em Minas Gerais no período colonial muitos conflitos ocorreram os quais ficaram conhecidos como:

( ) Guerra do Paraguai ( ) Guerra dos Emboabas ( ) Briga de amigos



5) Algumas cidades se destacaram no Brasil no ciclo do ouro, principalmente em Minas Gerais, entre elas podemos citar:

( ) Brasília e São Paulo ( ) Diamantina e Ouro Preto ( ) Goiana e Manaus



6) A arte e a religião tinham o seu lugar de destaque no período colonial e um grande artista se destacou neste período pelas suas obras de esculturas feitas principalmente para as igrejas. Este escritor recebia o nome de:



( ) Aleijadinho ( ) pintor de igrejas ( ) escultor de reis e rainhas





7) Como era chamado o tipo de ouro encontrado nos leitos dos rios em Minas Gerais:

( ) Aluvião ( ) ouro branco ( ) ouro lavado



8) Quem foram as pessoas que encontraram ouro em Minas Gerais:

( ) os japoneses ( ) os Bandeirantes paulistas ( ) os escravos livres



9) Quem é que fazia todo o trabalho de extração do ouro?

--------------------------------------------------------------

10) Para aonde ia quase todo o ouro que era encontrado nas minas?

















avaliação de ciencias/ Escola Castro Alves / Serra do Ramalho

ESCOLA CASTRO ALVES


ALUNO-------------------------------------DATA/29/04/2011



AVALIAÇÃO DE CIÊNCIAS

1) COLOQUE A RESPOSTAS DAS QUESTOES ABAIXO NA CRUZADINHA;

a) Dentição de um adulto

b) Alem dos dentes a------------também pode ficar doente.

c) Dentes pontudos que perfuram e rasgam os alimentos

d) Seres vivos que causam doenças nos dentes e nas gengivas

e) Doença dos dentes causada por bactérias

f) Dentes que raspam e cortam os alimentos

g) Dentes ( 6 em cada arcada) que moem os alimentos.



a) D

b) E

c) N

d) T

e) I

f) N

g) A



































2) Um adulto com a dentição completa tem em media:

( ) 10 dentes ( ) 32 dentes ( ) 55 dentes



3) O que devemos fazer diariamente, após as refeições para permanecermos com os dentes sadios e saudáveis ?

-----------------------------------------------------------------------------------------

4) A transformação dos alimentos em elementos menores e mais simples que podem então ser utilizados pelo corpo é chamada de:

( ) digestão ( ) inflamação ( ) congestão

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Reflexão Pedagógica

Muito da aprendizagem das crianças é automotivada. Mas outras pessoas desempenham papéis significativos no desenvolvimento da aprendizagem das crianças. O ser humano convive e depende de outras pessoas. A família, os professores, os colegas, todos ajudam a guiar a aprendizagem, estimular diferentes tipos de interesse, fomentar gostos etc. Além disso, a televisão, os filmes, os jogos eletrônicos e até mesmo os jornais constituem importantes elementos que influem na aprendizagem das crianças.


a importancia da história local

Um trabalho com a memória na escola exige um investimento muito grande do professor, necessita de apoio da escola, dos alunos e da comunidade. A parte inicial de sensibilização dos alunos e da comunidade tem um peso significativo no sucesso de um trabalho com a memória. Percebe-se que é mais fácil conseguir o apoio de pessoas que participaram mais diretamente da construção do bairro. Quando os membros da comunidade "não se sentem participantes” da História Local recebem com muita desconfiança o pedido para colaborarem com um projeto que pretende reconstituir, a partir de suas lembranças, uma memória coletiva do local onde moram, independentemente do tempo de convivência e do engajamento.

sábado, 23 de abril de 2011

PROFISSÃO DE FÉ

 EU ACREDITO:

ACREDITO QUE UMA EDUCAÇÃO PÚBLICA DE QUALIDADE PODERA REDUZIR AS DESIGUALDADES SOCIAIS;


ACREDITO QUE A DEMOCRACIA É A FORMA MAIS JUSTA DE SE GOVERNA;

ACREDITO QUE DEVEMOS SER GAROTOS PROPAGANA DA JUSTIÇA, POIS SÓ ASSIM ESTAREMOS CONSTRINDO UM SOCIEDADE MAIS JUSTA;

REPUDIO QUAISQUER FORMA DE RELIGIÃO QUE DESCRIMINA AS CRENÇAS DO OUTRO;

ACREDITO QUE O MELHOR REFÚGIO É O SEIO DA FAMILIA;

ACREDITO QUE A RAZÃO DEVA PREVALECER SOBRE A EMOÇÃO

ACREDITO QUE A CIENCIA NUNCA DEVERA SER CALADA;

ACREDITO QUE APOS A MINHA MORTE VOLTAREI A SER AQUILO QUE EU ERA ANTES DE MEU NASCIMENTO;

AMO A VIDA E ESTOU CIENTE QUE NÃO SOU ETERNO, QUE HOJE ESTOU AQUI VIVO, MAS AMANHÃ DE NADA POSSO GARANTIR,

GOSTO DA VIDA ,MAS NÃO TENHO MEDO DA MORTE, O QUE TEMO É FICAR PROSTADO EM UM LEITO DE DOR OU TRAZER A TONA DESONRA A MINHA FAMILIA.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

A IMPORTANCIA DO REFORÇO ESCOLAR

 O conhecido “Reforço Escolar” se torna melhor quando é compreendido e identificado como Apoio Paralelo Individualizado. Tal apoio, na verdade, é uma assistência ao aluno, que visa superar as dificuldades sinalizadas e/ou reveladas diante de qualquer área da composição curricular bem como de qualquer tema ou conteúdo em estudo. O Apoio Paralelo Individualizado é decorrente da visão que o educador tem acerca da avaliação da aprendizagem; é um recomeço para se alcançar um objetivo traçado anteriormente. Por isso, o momento certo para intervir, para “reforçar”, assistir paralela e individualmente se torna aparente quando o educador percebe que o aluno não está acompanhando o que está sendo trabalhado. O “Reforço Escolar” é necessário desde a primeira semana de aula, quando o profissional (educador) realiza o diagnóstico da turma. Todo educador deve ter claro o que se pretende trabalhar a cada período, o que é pertinente à faixa etária (série) da turma e, assim, a partir da diagnose, identificar se pode iniciar os conteúdos programados ou se é preciso outro ponto de partida. Em se tratando de uma ou mais crianças com déficit de aprendizagem, o que deve ser planejado é o atendimento individualizado – em horário (dia) diferenciado – para que seja trabalhada a dificuldade do aluno e o mesmo permaneça acompanhando a sua turma no horário normal de aula.

OLÁ, SEJAM BEM VINDOS!

SEXO & CRIANÇA

SEXUALIDADE INFANTIL


A sexualidade vem sendo considerada um importante objeto de estudo consolidando-se, nos últimos tempos, como subsídio, também, da ação pedagógica. Por isso, faz-se necessário explicitar o que se entende por sexualidade, assim como distintas concepções que se colocam como pressuposto teórico para a educação sexual. Neste sentido, a sexualidade não se reduz à união dos órgãos genitais e tampouco pode ser confundida com o ato sexual reprodutivo, pois este tanto pode estar inserido num relacionamento afetivo quanto indiferente a qualquer ligação amorosa. Ou seja, uma união sexual genital pode acontecer por atração, desejo, prazer, como pode ser uma manifestação de poder, violência-prazer e opressão de uma ou mais pessoas sobre outrem. A atividade sexual genital, reprodutiva ou não, é caracterização biológica do ser humano enquanto espécie animal. Já a sexualidade se constitui numa elaboração histórica e cultural, que se explica e se compreende no contexto e nas relações nas quais se produzem.

Educação sexual é o ensino sobre a anatomia e psicologia da reprodução humana e demais aspectos do comportamento que se relacionam ao sexo. É imprescindível uma Educação Sexual livre de preconceitos, mitos e tabus. Porém, apesar do inquestionável avanço nas ideias, ainda há alguns conceitos extremamente retrógrados, além de terem sido criados outros extremamente consumistas, os quais associam a realização de homens e mulheres exclusivamente à aquisição de bens de consumo. Seu principal objetivo é não apenas a informação, mas também a formação integral do educando, capaz de transformar os valores sociais e culturais ligados à sexualidade de forma construtiva. Graças, principalmente, a maior liberdade política que o Brasil começou a vivenciar a partir da década de 80 a dimensão que a sexualidade tomou no cotidiano cresceu muito em relação a alguns anos. A Educação Sexual vem passando por discussões entre os educadores e estudiosos do tema, resultando em uma crescente publicação na área.

A EDUCAÇÃO SEXUAL NA ERA DA AIDS

Somos seres em construção, inacabados, portanto educáveis. Educáveis no sentido do vir-a-ser, do que ainda não é, sentido este que vem ao encontro da concepção materialista histórica, a qual entende o homem como produto de múltiplas relações sociais. Ou seja, um ser em movimento e em incessante transformação. A educação sexual tem sido alvo de discursos diversos, sobretudo nas últimas duas décadas, em função do surgimento da AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida). O próprio Ministério da Saúde vem apresentando propostas de intervenção pedagógica, à medida que produz livros, textos, panfletos e campanhas ditas “educativas”. Tem também oferecido cursos a professores e se envolvido com projetos de atuação no espaço escolar. Contudo, há que se ter clareza da concepção que permeia as ações do referido órgão governamental. Ou seja, a corrente médico-higienista, que em outros tempos da história se manifestou para prevenir Doenças Sexualmente Transmissíveis – DST, é retomada para justificar as ações de prevenção à AIDS. Ainda aliam DST’s e prevenção à drogas como se fossem conteúdos/objetos únicos da educação sexual.

Na concepção médico-higienista, a sexualidade é reduzida à genitalidade e a um “problema” de saúde pública. Não está em jogo a formação do homem e sim a informação de como se evitar o contágio de doenças que se transmitem pelo sexo. A linguagem é anatômica, clínica, de uso comum entre os médicos e de difícil acesso e compreensão à maioria da população. Isso ajuda a compreender por que, historicamente, tem-se vinculado a sexualidade à concepção biologizante. Ou seja, à escola compete trabalhar os conteúdos de reprodução humana dentro da disciplina de ciências. Assim, atribui-se à educação sexual a um único professor: aquele formado em Biologia. Com isso, “isenta-se” os demais professores, com a desculpa de que suas especificidades não dão conta de trabalhar os conteúdos de educação sexual.

Possui as seguintes características: Volta-se mais diretamente para o processo ensinoaprendizagem de conteúdos relacionados com a sexualidade; Valoriza o aspecto informativo desse processo, podendo também dar ênfase ao aspecto formativo, onde se propicie a discussão de valores, atitudes e preconceitos; pode ainda considerar a importância da discussão de dúvidas, sentimentos e emoções; Direciona mais acentuadamente a reformulação de valores, atitudes e preconceitos, bem como todo o “processo de libertação”, para o nível individual.

PEDAGOGIA DO ESCLARECIMENTO

Um trabalho pedagógico que utilize os brinquedos das crianças, seus personagens prediletos; que discuta, com elas, as brincadeiras de seu mundo e as do mundo adulto, auxiliaria no processo de busca de explicações para aquilo que lhes é confuso, bem como produziria elementos sobre defesa contra as violências, sem traumas, punições e repressões. Isto porque as crianças, por não terem se apropriado da forma dicotomizada do mundo privado e do mundo público, poderão manifestar suas expressões sexuais no espaço escolar, sem que isto seja um problema para elas. Tocar seu corpo e o corpo do outro, imitar e/ou representar vivências sexuais apreendidas do mundo adulto, devem ser compreendidas pelo educador como dimensões integradas do processo de aprendizagem e de desenvolvimento infantil e a par disso trabalhar, com elas, no sentido de estabelecer limite entre o que pertence ao âmbito do público e ao âmbito do privado.

Ao se trabalhar com a criança na educação infantil e nas séries iniciais do ensino fundamental, é preciso superar a preocupação com listagens de conteúdos lineares, sequenciadas e seriadas. A criança é movimento e seu corpo, ao contrário do mundo adulto, estabelece relações com os outros – seja criança, adolescente ou adulto-, sem preconceito e destituído do caráter maldade. Isso porque as diferentes formas de expressão da corporeidade infantil são do âmbito do lúdico e do prazer. Jogos, brincadeiras, imitação, representação, teatro, dança, música e artes plásticas, de um modo geral, são de extrema importância para se trabalhar a temática sexualidade com crianças. Essa forma não inibe a criança, permitindo que ela avance no sentido de superação de suas curiosidades e com isso manifeste novos interesses pelo assunto. Nesta perspectiva, o/a professor/a exercerá a função de mediador/a entre o conhecimento que a criança possui e o conhecimento elaborado que, a priori, se supõe ser de seu domínio. Além disso, é fundamental a superação de tabus, preconceitos e crendices, impregnados de uma visão onde a sexualidade e o prazer são vistos com desconfiança, e como fontes do mal e do pecado.

O educador, ao planejar seu trabalho pedagógico, precisa analisar os materiais didáticos que trazem o corpo como tema, verificando se os mesmos omitem, por exemplo, a genitália. Neste caso, são considerados inadequados, uma vez que esta compõe o biológico humano e, portanto, precisa ser trabalhada como as demais partes do corpo. Faz-se necessário partir do conhecimento que a criança traz, mesmo que nomeiem as genitálias por apelidos (comuns em nossa cultura) cabendo ao professor mediar, junto a elas, até chegarem à nomenclatura científica.

Vale ressaltar que a educação sexual é processual e que não se esgota em séries e/ou idades. Contudo, costuma-se acreditar em nível de senso comum que a sexualidade inicia-se a partir da menarca para as meninas e da poluição noturna para os meninos, por serem estes fatores determinantes biológicos da pré-condição da procriação e por ocorrerem frequentemente na puberdade ou pré-adolescência. A imitação e representação da sexualidade adulta entre crianças, além de ser uma manifestação de curiosidade, é, também, um indicativo de que elas já estabeleceram alguma relação com o conteúdo ato sexual. Crianças de um passado muito recente “brincavam de papai e mamãe”, “médico e enfermeira” numa tentativa, quase que única, de resolverem suas curiosidades. As crianças de hoje persistem nestas brincadeiras, mas estão diretamente ligadas a um mundo muito mais erotizado e sexuado. Por exemplo, os heróis dos desenhos infantis já não são mais os assexuados de décadas atrás. As bonecas são produzidas de forma erotizada e, além disso, vêm acompanhadas de namorados e por vezes grávidas. O universo mídia não esconde o prazer (nem deveria), que sentem os pares, após cenas de beijos, abraços e sexo. Existe todo um aparato estimulador “dizendo” para a criança que é bom e gostoso “brincar” de “transar”. A criança, curiosa e imitativa, quando com outras crianças, encontra a possibilidade esperada para brincar de um jogo que os adultos praticam e que lhes é mostrado, mas esperando-se (pelos adultos) não “ver” reproduzido no mundo infantil. Nesta perspectiva é importante evitar julgamentos, principalmente os precipitados, e ações repressivas que legitimam uma compreensão reduzida e equivocada do desenvolvimento infantil.

Quando uma criança chega à escola, mesmo tendo pouca idade, traz conceitos do mundo cotidiano, onde as falas, os sistemas simbólicos sexuais de nossa cultura estão basicamente em três óticas: médico-higienista (ex.: use a camisinha); consumo (ex.: apelos sexuais para vender inúmeros produtos) e proibido/pecado/sujo (ex.: vivências de negação dos genitais e/ou outras posturas repressivas em relação à sexualidade). Uma educação sexual transformadora pressupõe uma nova ética e uma nova moral. Para tanto, a criança necessita apropriar-se do conhecimento científico e ter a sexualidade significada na ótica do afetivo que passa, necessariamente, pelo entendimento do educador a respeito da vivência da sua própria sexualidade e afetividade. Assim o educador terá, também, possibilidades de lidar com as manifestações sexuais percebidas pela nossa sociedade como deserotizadas, proibidas e mecanizadas, ressignificando-as com afetividade, respeito, solidariedade e conhecimento científico. Inúmeras são as questões referentes à educação sexual infantil, apontou-se àquelas mais amplas e fundamentais como um norte que desencadeie: a vontade política e pessoal, o estudo e o aprofundamento necessários para que se concretize uma educação sexual que se contraponha à deseducação posta e inumanamente internalizada/naturalizada.







OS PRIMEIROS SOCORROS QUE SÃO UM DESASTRE!

PRIMEIROS SOCORROS QUE SÃO UM DESASTRE




• Nunca use borra de café, sal, açúcar ou qualquer outro produto para “estancar” hemorragia,

use pano limpo para comprimir o local.

• Em caso de “pancada”, nunca colocar água quente na região afetada, colocar bolsa de gelo, preferencialmente a Almofada para Terapia Frio/Calor Nexcare 3M. Nunca use clara de ovo, pasta de dente, pasta d’água, manteiga, vinagre ou qualquer pomada em queimaduras. A tendência é agravar a lesão.

• Não provocar vômito ou tomar leite em caso de ingestão de substância, somente se isso for recomendado no rótulo do produto.

• Não insistir em remover objetos em ouvidos e nariz. Devem ser retirados por especialistas, com material adequado.

• Em caso de perfuração com faca em abdome, tórax, cabeça, não retirá-la. Levar a vítima com a peça para o pronto-socorro. De preferência, chame o resgate.

• Em caso de crise convulsiva, nunca tente puxar a língua da criança.

SUSTENTABILIDADE

SUSTENTABILIDADE




Garantir a sustentabilidade do meio ambiente é garantir, antes de qualquer coisa, que a fome, a pobreza e a miséria estarão afastadas definitivamente e, com isso, terminará a dura realidade que força as pessoas a praticar a exploração predatória dos recursos disponíveis em determinadas áreas. Pois só com uma situação de vida regular, os habitantes de uma determinada região poderão tornar-se permeáveis as “novas idéias

Reciclar os dejetos oriundos das criações animais e dos refugos das plantações, deve ser encarado não como custo ou gasto “a mais”; mas sim como uma excelente oportunidade de gerar toda ou parte da energia necessária para executar as atividades econômicas a que se propõem e também como fonte de fertilizantes baratos e totalmente gratuitos o que sem dúvida alguma, representará um salto na lucratividade de qualquer propriedade rural.

Levantar a bandeira da sustentabilidade do meio ambiente e promover nas comunidades rurais o pensamento de que essa é a única forma viável de manter suas atividades econômicas em condições de gerar riquezas por muito mais tempo e de forma continuada. São os desafios mais pungentes dos governos e das organizações ambientais dos tempos atuais. O aquecimento global e o desequilíbrio que provocam a aparição de pragas e de catástrofes climáticas passam com toda certeza pelo desrespeito e por más práticas em relação ao meio ambiente e aos processos adotados em nossas lavouras e criações.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

ÉTICA NA EDUCAÇÃO PÚBLICA/ SERRA DO RAMALHO - BA

ÉTICA NA EDUCAÇÃO PÚBLICA/ SERRA DO RAMALHO - BA


A palavra Ética é originada do grego ethos, (modo de ser, caráter) através do latim mos (ou no plural mores) (costumes, de onde se derivou a palavra moral). Em Filosofia, Ética significa o que é bom para o indivíduo e para a sociedade, e seu estudo contribui para estabelecer a natureza de deveres no relacionamento indivíduo - sociedade. Define-se Moral como um conjunto de normas, princípios, preceitos, costumes, valores que norteiam o comportamento do indivíduo no seu grupo social. Moral e ética não devem ser confundidos: enquanto a moral é normativa, a ética é teórica, e buscando explicar e justificar os costumes de uma determinada sociedade, bem como fornecer subsídios para a solução de seus dilemas mais comuns. Porém, deve-se deixar claro que etimologicamente "ética" e "moral" são expressões sinônimas, sendo a primeira de origem grega, enquanto a segunda é sua tradução para o latim. A ética também não deve ser confundida com a lei, embora com certa frequência a lei tenha como base princípios éticos.

Ética na educação tem como objetivo formar um indivíduo consciente de seus deveres e direitos dentro de uma sociedade. Para um convívio regular entre as sociedades sempre se exigiu um comportamento que, ao longo da história se baseia nas leis estabelecidas nos polis gregos e mais tarde, na idade média, baseadas em leis estabelecidas com fundamentos no Cristianismo. Isto para proporcionar uma margem de respeito mútuo e a si próprio, havendo assim a responsabilidade inerente de se repassar esses padrões a gerações futuras, que através de instituições de ensino são dadas as bases para a adaptação na sociedade atual. Dando-se assim a ética na educação e consistindo nesse objetivo de formação de um indivíduo consciente de seus deveres e direitos dentro de uma sociedade.

Os quatro pilares da Educação são conceitos de fundamento da educação baseado no Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI, coordenada por Jacques Delors. No relatório editado sob a forma do livro: "Educação: Um Tesouro a Descobrir" de 1999 [1], a discussão dos "quatro pilares" ocupa todo o quarto capítulo, da página 89-102, onde se propõe uma educação direcionada para os quatro tipos fundamentais de aprendizagem: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver com os outros, aprender a ser, eleitos como os quatro pilares fundamentais da educação. O ensino, tal como se conhece, debruça-se essencialmente sobre o domínio do aprender a conhecer e, em menor escala, do aprender a fazer. Estas aprendizagens, direcionadas para a aquisição de instrumentos de compreensão, raciocínio e execução, não podem ser consideradas completas sem os outros domínios da aprendizagem, muito mais complicados de explorar, devido ao seu caráter subjetivo e dependente da própria entidade educadora. Proceder-se-á de seguida a uma breve dissertação sobre cada tipo de aprendizagem deloriana.

ÉTICA E CIDADANIA

Aprender a ser cidadão e cidadã é, entre outras coisas, aprender a agir com respeito, solidariedade, responsabilidade, justiça, não-violência; aprender a usar os diálogos nas mais diferentes situações e comprometer-se com o que acontece na vida coletiva da comunidade e do País. Esses valores e essas atitudes precisam ser aprendidos e desenvolvidos pelos estudantes e, portanto, podem e devem ser ensinados na escola. Para que os estudantes possam assumir os princípios éticos, são necessários pelo menos dois fatores: -que os princípios se expressem em situações reais, nas quais os estudantes possam ter experiências e conviver com a sua pratica; -que haja um desenvolvimento da sua capacidade de autonomia moral, isto é, da capacidade de analisar e eleger valores para si, conscientemente e livremente. Outro aspecto importante a ser considerado nesse processo é o papel ativo dos sujeitos do aprendizado, estudantes e professores, que interpretam e conferem sentido aos conteúdos com que convivem na escola a partir de seus valores previamente construídos e de seus sentimentos e emoções.

A ética se confunde muitas vezes com a moral, todavia deve-se deixar claro que são duas coisas diferentes, considerando-se que ética significa a teoria ou ciência do comportamento moral dos homens em sociedade, enquanto que moral, quer dizer, costume, ou conjunto de normas ou regras adquiridas com o passar do tempo. A ética é o aspecto científico da moral, pois tanto a ética como a moral, envolve a filosofia, a história, a psicologia, a religião, a política, o direito, e toda uma estrutura que cerca o ser humano. Isto faz com que o termo ética necessite ter, em verdade, uma maneira correta para ser empregado, quer dizer, ser imparcial, a tal ponto a ser um conjunto de princípios que norteia uma maneira de viver bem, consigo próprio, e com os outros. A moral se constitui em um processo de formação do caráter da pessoa humana, partindo-se normalmente de uma maneira de como foi direcionado pelos ensinamentos no país, cujos princípios têm origem com a religião dos genitores. A moral se adquire também no meio ambiente em que se vive, tal como já diziam alguns filósofos que o homem seria um produto do meio, difícil de concordar, mas fácil de aceitar, pelo simples fato de que a localidade onde se mora é um forte influenciador do comportamento humano.

A confusão que acontece entre as palavras Moral e Ética existem há muitos séculos. A própria etimologia destes termos gera confusão, sendo que Ética vem do grego “ethos” que significa modo de ser, e Moral tem sua origem no latim, que vem de “mores”, significando costumes. Mas, enfim, Ética e Moral são os maiores valores do homem livre. Ambos significam "respeitar e venerar a vida". O homem, com seu livre arbítrio, vai formando seu meio ambiente ou o destruindo, ou ele apóia a natureza e suas criaturas ou ele subjuga tudo que pode dominar, e assim ele mesmo se torna no bem ou no mal deste planeta. Deste modo, Ética e a Moral se formam numa mesma realidade.

Esta aprendizagem refere-se à aquisição dos “instrumentos do conhecimento”. Debruça-se sobre o raciocínio lógico, compreensão, dedução, memória, ou seja, sobre os processos cognitivos por excelência. Contudo, deve existir a preocupação de despertar no estudante, não só estes processos em si, como o desejo de desenvolvê-los, a vontade de aprender, de querer saber mais e melhor. O ideal será sempre que a educação seja encarada, não apenas como um meio para um fim, mas também como um fim por si. Esta motivação pode apenas ser despertada por educadores competentes, sensíveis às necessidades, dificuldades e idiossincrasias dos estudantes, capazes de lhes apresentarem metodologias adequadas, ilustradoras das matérias em estudos e facilitadoras da retenção e compreensão das mesmas. Pretende-se despertar em cada aluno a sede de conhecimento, a capacidade de aprender cada vez melhor, ajudando-os a desenvolver as armas e os dispositivos intelectuais e cognitivos que lhes permitam construir as suas próprias opiniões e o seu próprio pensamento crítico. Em vista a este objetivo, sugere-se o incentivo, não apenas do pensamento dedutivo, como também do intuitivo, porque, se é importante ensinar o “espírito” e método científicos ao estudante, não é menos importante ensiná-lo a lidar com a sua intuição, de modo a que possa chegar às suas próprias conclusões e aventurar-se sozinho pelos domínios do saber e do desconhecido





A IMPORTÂNCIA DA HISTÓRIA LOCAL ( SERRA DO RAMALHO-BA) NAS SERIES INICIAIS

A IMPORTÂNCIA DA HISTÓRIA LOCAL NAS SERIES INICIAIS




O Ensino da História no Brasil, após sua introdução oficial nos programas escolares em 1931, passou por diferentes processos de transformação. Na segunda metade da década de 1990, o Ministério da Educação elaborou e divulgou os Parâmetros Curriculares Nacionais, documento que sugere os conteúdos a serem privilegiados nas séries iniciais do ensino fundamental. No caso específico da História, indicam a relevância de se trabalhar conteúdos relacionados à História Local. É importante lembrar que essas mudanças propostas apenas lentamente chegam às escolas dos sistemas de ensino, particularmente às redes municipais responsáveis pelas séries iniciais de escolarização. Por outro lado, dificuldades específicas são apontadas pelos professores que, em número significativo, não são licenciados. Formação, condições objetivas de trabalho e inadequação de materiais didáticos sobre a localidade têm sido apontados pelos docentes e pelos técnicos de Secretarias Municipais da Educação como problemas.

O ensino de História Local apresenta-se como um ponto de partida para a aprendizagem histórica, pela possibilidade de trabalhar com a realidade mais próxima das relações sociais que se estabelecem entre educador/educando/sociedade e o meio em que vivem e atuam. O local é o espaço primeiro de atuação do homem, por isso, o ensino da História Local precisa configurar também essa proposição de oportunizar a reflexão permanente acerca das ações dos que ali vivem como sujeitos históricos e cidadãos. Assim sendo, o ensino de História Local pode configurar-se como um espaço de construção da reflexão crítica da realidade social, considerando-se que o local e o presente são referentes para o processo de construção de identidade. Embora esse campo de conhecimento ainda não esteja suficientemente explorado pela pesquisa científica, demonstrado pela incipiente quantidade de trabalhos publicados sobre o tema, o seu estudo constitui-se em uma necessidade de aprofundamento para todos os pesquisadores interessados no ensino de História na 1ª fase da escola fundamental.

Embora o estudo do ensino da História Local e Regional venha sendo bastante discutido, existe uma dissociação entre o que é proposto e o que é desenvolvido na formação de crianças. De acordo com Fonseca (1992), as fontes e os documentos disponíveis aos professores produzidos pelas prefeituras, pelos órgãos administrativos locais, visam à transmissão das idéias do grupo conservador do poder político ou econômico, levando alunos e professores a se limitarem à preservação da memória da elite local, contribuindo para a construção de uma identidade coletiva e individual a partir desse referencial. Como diz Fonseca: Uma identidade constrói-se a partir do conhecimento, da forma como os grupos sociais de pertença viveram e se organizaram no passado, mas também da verificação da forma como se estruturam para fazer face aos problemas do presente, tendo um componente que aponta para o futuro, pelo modo como este se prepara por meio da fixação de objetivos comuns (FONSECA, 1992 ,p, 106).

Acreditar que o método de ensino através da pesquisa é, atualmente, uma das melhores formas de desenvolver no jovem estudante a capacidade de ordenar e criar conhecimento, tirando do professor o ônus de ser o “dono do saber”, fazendo com que ele se torne um orientador, que aprende e produz conhecimento junto com seus orientados. Desse modo, a criança poderá organizar suas idéias e aprender através do debate e da descoberta. A pesquisa como forma de “criar” um novo conhecimento deve se sobrepor ao péssimo hábito de nossas escolas de estimular a simples clonagem de um conhecimento já existente. O desenvolvimento dessa habilidade deve começar junto com a aprendizagem escolar, ou seja, já no primeiro ano de escolarização. Segundo Knass: (...) o processo de aprendizagem confunde-se com a iniciação à investigação, deslocando a problemática da integração ensino-pesquisa para todos os níveis de conhecimento, mesmo o mais elementar. A pesquisa é, assim entendida, o caminho privilegiado para a construção de autênticos sujeitos do conhecimento que se propõem a construir sua leitura de mundo.”

FONTES ORAIS E A HISTÓRIA LOCAL

Um trabalho com a memória na escola exige um investimento muito grande do professor, necessita de apoio da escola, dos alunos e da comunidade. A parte inicial de sensibilização dos alunos e da comunidade tem um peso significativo no sucesso de um trabalho com a memória. Percebe-se que é mais fácil conseguir o apoio de pessoas que participaram mais diretamente da construção do bairro. Quando os membros da comunidade "não se sentem participantes” da História Local recebem com muita desconfiança o pedido para colaborarem com um projeto que pretende reconstituir, a partir de suas lembranças, uma memória coletiva do local onde moram, independentemente do tempo de convivência e do engajamento. Pesa nesses casos, a suspeita de que a escola está querendo ingerir-se na individualidade dos entrevistados, pois muitas vezes, eles não têm o sentimento de pertencimento, não se sentem como alguém que tenha algo a falar, ou como alguém que possa constituir-se em uma referência para a memória do bairro. Há tantas memórias quantos grupos de pertencimento. Em cada um, o que guia as relações de referência passadas é a escolha de identificação, são as situações reais, as rivalidades de interesse e conflitos do presente. Essas situações mudam com o tempo. (1993 p.38).

A memória entendida como a presença do passado, é também uma representação seletiva do passado, um passado que nunca é aquele do indivíduo somente, mas do indivíduo inserido num contexto familiar, social, nacional (ROUSSO, 1996, 94), “podemos, portanto dizer que a memória é um elemento constituinte do sentimento de identidade, tanto individual como coletiva, na medida em que ela é também um fator extremamente importante do sentimento de continuidade e de coerência de uma pessoa ou de um grupo em sua reconstrução em si" (POLLAK, 1992, p. 204). As discussões e os trabalhos contemporâneos sobre o uso da memória na história e na educação têm mostrado que ela pode dar uma significativa contribuição nestes dois campos. Os historiadores do tempo presente, que trabalham na construção de memórias contemporâneas, tentam identificar, além do mero discurso histórico, as formas múltiplas e possivelmente conflitantes de rememoração e utilização do passado (CHARTIER, 1996, p. 216).

A VALORIZAÇÃO DA FONTE ORAL

Em experiências realizadas em outros países (França, Inglaterra, EUA) e aqui no Brasil, observa-se que as crianças valorizam muito a entrevista com os adultos. É uma forma de contribuir para abrir a escola ao exterior, facilita as atividades dos alunos e, proporciona, embora com limitações, um contato com um passado próximo. Trata-se de uma proposta pedagógica que prioriza o trabalho com as fontes orais da comunidade para produzir um saber em História centrado na criança, permitindo que ela adquira gradualmente autonomia no processo de conhecimento do passado do seu meio social e local (VIDIGAL,1995). A base para um trabalho centrado na memória são as representações que a criança possui de sua família, seus vizinhos e o contato com fotografias, antigas cartas, documentos, recortes de jornais e as lembranças de pessoas da comunidade. O estudo da História Local, em "bairros novos" deve ser diferenciado de lugares onde existe uma “memória longa” (CITRON, 1994) onde várias gerações interagem, convivem e se identificam com os lugares de memória. O que não invalida uma proposta de trabalho com a memória de pessoas da comunidade que possam contribuir para levantar dados sobre a constituição do bairro e da identificação de alguns lugares de memória já definidos pelos grupos que ali residem há mais tempo.

ESTUDO DA HISTÓRIA LOCAL

Discutir sobre o uso de fontes é quase lugar comum entre os trabalhos que propõem inovações possíveis no ensino de História. Para atender as propostas dos PCNs séries iniciais (BRASIL, PCN, 1997, p. 89-95) o professor deve trabalhar com História Local, deve suscitar reflexões a partir da realidade do aluno, estudando a escola, o bairro, enfim o local onde o aluno estuda e reside. No entanto, o professor que atua na escola nem sempre consegue entender a complexidade que é o trabalho com História a partir de documentos - de que forma ele poderia promover algum saber com seus alunos utilizando, por exemplo, a fonte oral. Por outro lado, fica sempre a pergunta, num estudo mais acadêmico, da validade deste tipo de experiência no ensino de História, mas atualmente, são inúmeros os trabalhos (THOMPSON; VIDIGAL; LUC; SITTON et al e LEME et al.), que relatam iniciativas deste tipo, colocando claramente as vantagens desse trabalho desde as séries iniciais, para a construção da identidade do aluno, para que ele possa a partir dessa construção estabelecer relações com o passado e com outras realidades.

A dificuldade maior que se apresenta para um trabalho mais aprofundado em História na escola é, sem dúvida, a formação do professor. O professor das séries iniciais tem ainda uma formação muito limitada nas áreas do conhecimento que ele deveria trabalhar na escola. Observa-se ainda, uma tendência em privilegiar determinadas áreas do conhecimento em que faz aparecer a noção. O que secreta, veste, estabelece, constrói, decreta, mantém pelo artifício e pela vontade de uma coletividade fundamentalmente envolvida em sua transformação e sua renovação. Valorizando, por natureza, mais o novo do que o antigo, mais o jovem do que o velho, mais o futuro do que o passado. (NORA, 1997, 28-29) em detrimento de outras, desta forma, a História não é tida como uma disciplina que mereça muito esforço, muito investimento. Por outro lado, qualquer trabalho que envolva pesquisa partindo de um projeto, exige uma dedicação maior, ainda que a proposta possa ser desenvolvida interdisciplinarmente. Investir em uma área que não é considerada nobre seria romper com a ênfase disciplinar pela qual o professor foi formado, e ele fica incomodado em dispensar um tempo maior para o estudo com o passado.

Para romper com um sistema de saberes que só se “aguenta’’ pela defesa de territórios profissionais, segundo Citron, é necessário lutar por uma educação centrada no sujeito, principalmente no contexto de desestruturação social e cultural predominante no mundo hoje". Converter o sistema escolar que, pelo seu quadro institucional, continua a ser um sistema estatal de “instrução”, num verdadeiro serviço de educação pública, consiste em primeiro lugar, em repor a educação sobre seus próprios pés fazendo da criança, do jovem, do adulto, o centro, o fim, a razão de ser da ação pedagógica, em lugar das disciplinas idolatradas. Priorizar o sujeito é dar-lhe os meios para construir a sua pessoa, para compreender o mundo em que vive, para se descobrir passo a passo na imagem que os outros lhe dão e no seu próprio narcisismo, para aprender a comunicar, criar, lutar, construir". (1990, p.117). Para trabalhar com uma educação centrada no sujeito, Citron alerta que é preciso descompartimentar a formação de professores, não é de maneira nenhuma renunciar ao saber, mas sim remodelar, reconstruir, isso requer um alargamento na concepção do papel educativo e uma nova forma de conceber o espaço escolar.

OS LUGARES DE MEMÓRIA

Discutir a necessidade de preservação patrimonial pode levar os alunos a uma consciência de que os lugares da memória podem ser definidos pela comunidade como um todo, e que não é a perspectiva temporal que vai definir o que deve ser preservado, não é simplesmente identificar os lugares mais antigos para considerá-los lugares de memória. Essa memória pode ser construída pela seleção de “alguns lugares da memória” como, por exemplo, associações e grupos culturais, um monumento natural, artesanato, fatos, eventos, lendas, lugar público de destaque, monumento dentre outros. “Os lugares da memória são, antes de tudo, restos. A forma extrema onde subsiste uma consciência comemorativa numa história que a chama, porque ela a ignora. Uma forma de entrar em contato com o passado é aprender que as ruas ou campos em torno de uma casa ou escola eram diferentes, antes que determinados grupos tivessem ali chegado; outra forma bem diferente é ter esse conhecimento por meio de lembranças do passado, vivas ainda na memória dos mais velhos do lugar, da afetividade deles por aqueles campos, dos vizinhos e casas em determinada rua, do trabalho em determinada loja” (THOMPSON, 1992, p. 30).

O ensino de História teve sua trajetória pautada na memorização e repetição oral dos textos escritos, comprometido com o civismo e uma moral religiosa, com a finalidade de perpetuar a história dos “heróis” da classe dominante, deixando no anonimato outros sujeitos que construíram o cotidiano das relações socioculturais, econômicas e políticas. Mais recentemente, com outros olhares, novos caminhos têm sido trilhados no sentido de tornar a História uma ciência e uma disciplina escolar próxima das realidades nunca estudadas, privilegiando o lócus de vivência do aluno, com o eixo temático História Local, contribuindo para uma aproximação prazerosa do aluno com este campo do conhecimento. Apesar dessa nova concepção metodológica da História, o ensino dessa disciplina nas primeiras séries do Ensino Fundamental tem revelado os resquícios da cultura historiográfica ainda centrada num paradigma conservador, observado através de pesquisas de que os professores que atuam nessa modalidade de ensino trabalham os conteúdos de História de forma fragmentada, baseada numa concepção de História cronológica. Por conta dessa inegável realidade, a história brasileira, muitas vezes, contou a história vista de cima, oficializada, valorizando grandes feitos praticados pelos heróis nacionais reconhecidos pela classe dominante.





A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA

A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA


A Matemática (do grego máthema (µ???µa): ciência, conhecimento, aprendizagem; mathematikós (µa??µat????): apreciador do conhecimento) é a ciência do raciocínio lógico e abstrato. Ela envolve uma permanente procura da verdade. É rigorosa e precisa. Embora muitas teorias descobertas há muitos anos ainda hoje se mantenham válidas e úteis, a Matemática continua permanentemente a modificar-se e a desenvolver-se. Há muito tempo busca-se um consenso quanto à definição do que é a Matemática. No entanto, nas últimas décadas do século XX tomou forma uma definição que tem ampla aceitação entre os matemáticos: matemática é a ciência das regularidades (padrões). Segundo essa definição, o trabalho do matemático consiste em examinar padrões abstratos, tanto reais como imaginários, visuais ou mentais. Ou seja, os matemáticos procuram regularidades nos números, no espaço, na ciência e na imaginação e as teorias matemáticas tentam explicar as relações entre elas.

A história da matemática conta a evolução da matemática e investiga as origens das descobertas matemáticas, assim como dos métodos matemáticos e das notações antigas. A história da matemática começa com a Idade Antiga. Poucos milênios a.C. a inteligência humana se desenvolveu mais, e a necessidade de uma ciência complicada para resolver desde os mais simples problemas até grandes vendas também. Os grandes matemáticos surgiram antes de Cristo e depois de Cristo, inventando novas fórmulas, soluções e cálculos. A inteligência do homem era algo tão magnífico, que a Matemática evoluiu mais rápido do que as próprias conclusões e provas matemáticas do homem. Adição, subtração, multiplicação, divisão, raiz quadrada, potência, frações, razões, equações, inequações, termos, leis, conjuntos, etc, todos esses princípios e centenas de milhares de outros estavam dentro da ciência complexa, difícil, explicável e lógica que se chamava Matemática.Os primeiros grandes astrônomos e filósofos deram o essencial a essa complexidade. Vários povos se destacaram: os egípcios, os sumérios, os babilônios e os gregos. Grandes mentes surgiram e inventaram outros princípios mais complexos e mais difíceis.

A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA E O HOMEM

Matemática é uma ciência que foi criada a fim de contar e resolver problemas com uma razão de existirem. Teorias das mais complexas contadas pelos matemáticos mais extraordinários sobrevoaram a mente humana de como a Matemática foi criada. Essa ciência difícil e com complexidades para o conhecimento humano foi criada a partir dos primeiros seres racionais há milhões de anos do Homo Sapiens. Ela foi criada com o intuito de inventar uma lei sobre todas as quais ela é soberana e determina o possível e o impossível com uma questão de lógica. Essa lógica serviu para os primeiros raciocínios, desde trocas a vendas, de que nossos ancestrais necessitavam. Até mesmo hoje, ela supera todas as ciências em necessidade humana, chegando até a superar a necessidade de se comunicar por meio de um idioma compreensível de tal região. A Matemática foi, é, e será uma grande necessidade humana. Nossos ancestrais também necessitavam de conhecimento dentre os quais poderiam se comunicar, comerciar e trocar. Desde aí, os princípios básicos do início da Matemática foram se aperfeiçoando.

O primeiro objeto conhecido que atesta a habilidade de cálculo é o osso de Ishango (uma fíbula de babuíno com riscos que indicam uma contagem), e data de 20.000 anos atrás. O desenvolvimento da matemática permeou as primeiras civilizações, e tornou possível o desenvolvimento de aplicações concretas: o comércio, o manejo de plantações, a medição de terra, a previsão de eventos astronômicos, e por vezes, a realização de rituais religiosos. O estudo de estruturas matemáticas começa com a aritmética dos números naturais e segue com a extração de raízes quadradas e cúbicas, a resolução de algumas equações polinomiais de grau 2, a trigonometria e o cálculo das frações, entre outros tópicos. Tais desenvolvimentos são creditados às civilizações acadiana, babilônica, egípcia, chinesa, ou ainda, àquelas do vale dos hindus. Na civilização grega, a matemática, influenciada pelos trabalhos anteriores, e pelas especulações filosóficas, tornara-se mais abstratas. Os Elementos de Euclides relatam uma parte dos conhecimentos geométricos na Grécia do século III a.C.

Diferentes culturas usavam diferentes sistemas numéricos para nomear os números longos. A extensão dos números grandes era variada em cada cultura. Um ponto interessante em usar números longos é a confusão do número bilhão com mil milhões em muitos países, e o uso de zilhão para denotar um número muito longo onde precisão não é requerida. Os indianos tinham uma paixão por números longos, o que é intimamente relacionado aos seus pensamentos religiosos. No mundo Ocidental, nomes numéricos específicos para números maiores não entraram em uso comum até recentemente. Os gregos antigos usavam um sistema baseado na miríade, que corresponde a dez mil; e o seu maior número com nome foi um miríade, ou 100 milhões. O último em números longos foi, até tempos recentes, o conceito de infinito, um número definido por ser maior que qualquer número finito, e usado na teoria matemática de limites. Contudo, desde o século XIX, matemáticos têm estudado os números transfinitos, números que não são só maiores que qualquer número finito, mas também, do ponto de vista da teoria dos conjuntos, maiores que o conceito tradicional de infinito.

A Matemática surgiu de necessidades básicas, em especial da necessidade econômica de contabilizar diversos tipos de objetos. De forma semelhante, a origem da geometria (do grego geo =terra + metria= medida, ou seja, "medir terra") está intimamente ligada à necessidade de melhorar o sistema de arrecadação de impostos de áreas rurais, e foram os antigos egípcios que deram os primeiros passos para o desenvolvimento da disciplina. Todos os anos o rio Nilo extravasava as margens e inundava o seu delta. Os antigos faraós resolveram passar a nomear funcionários, os agrimensores, cuja tarefa era avaliar os prejuízos das cheias e restabelecer as fronteiras entre as diversas posses. Foi assim que nasceu a geometria. Estes agrimensores, ou esticadores de corda (assim chamados devido aos instrumentos de medida e cordas entrelaçadas concebidas para marcar ângulos retos), acabaram por aprender a determinar as áreas de lotes de terreno dividindo-os em retângulos e triângulos. Acredita-se em geral que a origem da Geometria se situa no Egito, o que é natural, pois para a construção das pirâmides e outros monumentos desta civilização, seriam necessários conhecimentos geométricos

HISTÓRIA DOS NÚMEROS NATURAIS E DO ZERO

Os números naturais tiveram suas origens nas palavras utilizadas para a contagem de objetos, começando com o número um. O primeiro grande avanço na abstração foi o uso de numerais para representar os números. Isto permitiu o desenvolvimento de sistemas para o armazenamento de grandes números. Uma construção consistente do Conjunto dos Números Naturais foi desenvolvida no século XIX por Giuseppe Peano. Essa construção, comumente chamada de Axiomas de Peano, é uma estrutura simples e elegante, servindo como um bom exemplo, de construção de conjuntos numéricos. Um avanço muito posterior na abstração foi o desenvolvimento da ideia do zero como um número com seu próprio numeral. Um dígito zero tem sido utilizado como notação de posição desde cerca de 700 a.C. pelos babilônicos, porém ele nunca foi utilizado como elemento final. Os Olmecas e a civilização Maia utilizaram o zero com um número separado desde o século I a. C., aparentemente desenvolvido independentemente, porém seu uso não se difundiu na Mesoamérica.

HISTÓRIA DO ENSINO DE MATEMÁTICA NO BRASIL

A história do ensino de matemática no Brasil inicia-se no Brasil Colônia, devido às necessidades militares. Com a necessidade de defender seu território, a Coroa Portuguesa necessitava instruir seus militares no Brasil para a construção de fortificações e a artilharia. José Fernandes Pinto Alpoim, um militar português, criou então as primeiras obras do gênero, que envolviam conhecimentos de elementares de aritmética e geometria. Com a Independência do Brasil, houve a necessidade da elite brasileira de criar uma universidade no Brasil, em especial para a criação de cursos jurídicos. Com as discussões sobre a criação, decidiu-se então com o apoio de militares, que havia a necessidade de incluir exames de geometria para o ingresso no curso. Assim, dá-se início a criação de cursinhos preparatórios para o ingresso em cursos superiores. Na década de 1960, surge com força o movimento da Matemática moderna, baseando o ensino de matemática na formalidade e no rigor.

Podem atuar na área profissionais com curso de graduação em matemática, com ou sem curso de especialização, pertencentes ao quadro de pessoal permanente das instituições públicas de ensino (rede federal de educação profissional e tecnológica, rede estadual de educação profissional e tecnológica e rede municipal de ensino) que já atuaram ou atuam na educação básica, ensino fundamental ou médio. Os profissionais que podem atuar nessa área são: - professores de nível fundamental com formação em matemática; -professores de nível médio com habilitação em matemática; - professores da educação básica com curso de complementação em ensino da matemática;



NÚMERO

Número é um objeto da Matemática usado para descrever quantidade ou medida. O conceito de número provavelmente foi um dos primeiros conceitos matemáticos assimilados pela humanidade no processo de contagem. Para isto, os números naturais eram um bom começo. O trabalho dos matemáticos nos levou a descobrir outros tipos de números. Os números inteiros são uma extensão dos números naturais que incluem os números inteiros negativos. Os números racionais, por sua vez, incluem frações de inteiros. Os números reais são todos os números racionais mais os números irracionais. O conceito de número na sua forma mais simples é claramente abstrato e intuitivo; entretanto, foi objeto de estudo de diversos pensadores. Pitágoras, por exemplo, considerava o número a essência e o princípio de todas as coisas; para Schopenhauer o conceito numérico apresenta-se "como a ciência do tempo puro".



Um número natural é um número inteiro não-negativo (0, 1, 2, 3, ...). Em alguns contextos, número natural é definido como um número inteiro positivo, i.e., o zero não é considerado como um número natural. O uso mais comum deles é a contagem ("Há 4 quadros na parede") ou a ordenação ("Esta é a 2ª maior cidade do país"). Propriedades dos números naturais como, por exemplo, divisibilidade e a distribuição dos números primos, são estudadas na Teoria dos Números. Propriedades que dizem respeito a contagens e combinações são estudadas pela combinatória. Uma construção do conjunto dos número naturais que não depende do conjunto dos números inteiros foi desenvolvida por Giuseppe Peano no século XIX e costuma ser chamada de Axiomática de Peano. Os matemáticos usam (N) para se referir ao conjunto de todos os números naturais. Este conjunto é infinito e contável por definição. Para declarar explicitamente que o zero foi excluído do conjunto, utiliza-se alguma notação mais específica. Os números naturais tiveram suas origens nas palavras utilizadas para a contagem de objetos, começando com o número um.

Notação matemática é uma linguagem cuja grafia e semântica se utiliza dos símbolos matemáticos e da lógica matemática, respectivamente. É com base nessa notação que são construídas as sentenças matemáticas. A maior parte da notação matemática em uso atualmente não havia sido inventada até o século XVI. Antes disso, os matemáticos escreviam tudo em palavras, um processo trabalhoso que limitava as descobertas matemáticas. No século XVIII, Euler foi responsável por muitas das notações em uso atualmente. A notação moderna deixou a matemática muito mais fácil para os profissionais, mas os iniciantes normalmente acham isso desencorajador. Isso é extremamente compreensivo: alguns poucos símbolos contém uma grande quantidade de informação.

Na economia, a teoria dos jogos tem sido usada, segundo para examinar a concorrência e a cooperação dentro de pequenos grupos de empresas. A partir daí, era apenas um pequeno passo até a estratégia. Pesquisadores de administração de estratégia têm procurado tirar proveito da teoria dos jogos, pois ela provê critérios valiosos quando lida com situações que permitem perguntas simples, não fornecendo respostas positivas ou negativas, mas ajuda a examinar, de forma sistemática, várias permutações e combinações de condições que podem alterar a situação

EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

A Educação Matemática também chamada de Didática Matemática (em países europeus) é o estudo das relações de ensino e aprendizagem de Matemática. Está na fronteira entre a Matemática, a Pedagogia e a Psicologia. Desde o início do século XX professores de matemática se reúnem para pensar o ensino dessa matéria nas escolas. A partir da década de 50, a Unesco organiza congressos sobre educação matemática. E a partir da década de 70 surge inicialmente na França a didática da matemática enquanto campo para a sistematização dos estudos acerca do ensino da matemática. Os teóricos envolvidos defendiam que cada área de ensino deveria pensar em sua própria didática, reconhecendo que não poderia haver um campo de estudo único que atendesse as especificidades de ensino de cada campo do conhecimento. A organização de campos de pesquisa na área dentro das universidades incentivou a criação de organizações de professores de matemática, que atualmente tem grande influência sobre a elaboração das diretrizes curriculares na área em diversos países.

No antigo Egito, por volta do ano 1000 a.C., o faraó Sesóstris distribuiu algumas terras às margens do rio Nilo para alguns agricultores privilegiados. O privilégio em possuir essas terras era porque todo ano, no mês de julho, as águas do rio inundavam essa região ao longo de suas margens e fertilizava os campos. Porém, era necessário remarcar os terrenos de cada agricultor em setembro, quando as águas baixavam. Os responsáveis por isso mediam os terrenos com cordas nas quais uma unidade de medida estava marcada. Essas cordas eram esticadas e se verificava quantas vezes a tal unidade de medida cabia no terreno, mas é só parar para pensar um pouquinho para descobrir que nem sempre essa medida cabia inteira nos lados do terreno. Esse problema só foi resolvido quando os egípcios criaram um novo número: o número fracionário. Ele era representado com o uso de frações, porém os egípcios só entendiam a fração como uma unidade (ou seja, frações cujo numerador é igual a 1). Só ficou mais fácil trabalhar com as frações quando os hindus criaram o Sistema de Numeração Decimal, quando elas passaram a ser representadas pela razão de dois números naturais. Desde então, as frações foram usadas para a resolução de diversos tipos de problemas matemáticos.

A lógica (do grego clássico logos, que significa palavra, pensamento, ideia, argumento, relato, razão lógica ou princípio lógico), é uma ciência de índole matemática e fortemente ligada à Filosofia. Tradicionalmente, lógica é também a designação para o estudo de sistemas prescritivos de raciocínio, ou seja, sistemas que definem como se "deveria" realmente pensar para não errar, usando a razão, dedutivamente e indutivamente. A forma como as pessoas realmente raciocinam é estudado nas outras áreas, como na psicologia cognitiva. Como ciência, a lógica define a estrutura de declaração e argumento para elaborar fórmulas através das quais estes podem ser codificados. Implícita no estudo da lógica, está a compreensão do que gera um bom argumento e de quais argumentos são falaciosos

A Matemática computacional é uma área da matemática e da computação que, colaborando na solução de problemas de todas as áreas tanto das ciências exatas, quanto de outras áreas quaisquer, trata do desenvolvimento de modelos matemáticos, para o tratamento de problemas complexos, e desenvolvimento de métodos numéricos de obtenção de soluções. No Brasil colabora fortemente com a computação científica; com quatro centros de estudos avançados um na Unifesp (graduação), em São José dos Campos, outro na UFMG (graduação), em Belo Horizonte, na Unicamp (com o curso de matemática aplicada e computacional), em Campinas, e outro na USP de São Carlos. Esta última, em um sentido mais estrito, trata dos aspectos de programação e desenvolvimento de códigos, técnicas de visualização de resultados de processamento numérico, processamento de alto desempenho computacional.

A linguagem matemática pode também ser difícil para os iniciantes. Palavras como ou e apenas têm significados muito mais precisos do que a fala do dia-a-dia.