O QUE FAZER PARA MELHORAR A EDUCAÇÃO PÚBLICA

EDUCAR É UM ATO DE AMOR!

A EDUCAÇÃO É O PRINCIPAL ANTÍDOTO PARA COMBATER A DESIGUALDADE SOCIAL.
Luiz Rocha

Função da escola

O desafio das escolas comum e especial é o de tornar claro o papel de cada uma, pois uma educação para todos, não nega nenhuma delas. Se os compromissos educacionais dessas não são sobrepostos, nem substituíveis, cabe a escola especial complementar a escola comum, atuando sobre o saber particular que invariavelmente vai determinar e possibilitar a construção do saber universal.

sexta-feira, 16 de março de 2012

SERRA DO RAMALHO: Nossa História


SERRA DO RAMALHO: Povoamento inicial



 O município de Serra do Ramalho encontra se situado na Região oeste do Estado da Bahia, na microrregião do Médio São Francisco, margem esquerda do rio São Francisco com uma extensão territorial de 2.649 km2.

Os primeiros desbravadores da região foram os bandeirantes, seguindo-se do ciclo da pecuária e da mineração. Existem vestígios da presença indígena, embora não haja registros sobre os grupos indígenas que habitavam o local. Acredita-se que seriam do tronco lingüístico macro-jê.

A área do município pertencia anteriormente ao município de Bom Jesus da Lapa. Era habitada sobretudo pelas populações ribeirinhas, em sua maioria remanescentes de quilombos (quilombolas).

Até os anos 1970, região consistia em mata complexa e virgem, classificada como Mata Caatingada, Cerrado e Vegetação Hidrófila. Havia a ocorrência de espécies como o ipê, o cedro, a aroeira, a baraúna etc. Havia rios intermitentes e riachos na encosta da Serra do Ramalho (mesmo nome do município), além de rios perenes como o Rio São Francisco e o Rio Carinhanha.

A região era famosa pela fertilidade de suas terras em meio ao semi-árido do entorno e para lá se dirigiram muitos flagelados da seca.

O município de Serra do Ramalho originou-se do assentamento das famílias ocorrido com a construção da barragem de “Sobradinho”, alagando as cidades de Casa Nova, Remanso, Sento Sé, Pilão Arcado e Xique Xique.



SERRA DO RAMALHO: A chegada do INCRA



 No dia 13/05/1975 foi criado o PEC’SR – Projeto Especial de  Colonização Serra do Ramalho pelo INCRA, com capacidade de abrigar cerca de 5.000 famílias e   o objetivo de assumir a transposição das 1.800 famílias da região alagada pela construção da barragem de Sobradinho.  Estes desabrigados com a construção da barragem da Usina Hidrelétrica em Sobradinho foram os primeiros colonizadores desta localidade, isto é, após a desapropriação dos latifundiários que aqui residiam.

 Em 1978 começaram a chegar os ”sem terra” de várias partes do país, inclusive do Mato Grosso do Sul de onde vieram centenas de famílias trazidas pelo INCRA para ocupar exclusivamente a agrovila 09 e parte da agrovila 10 e 11.

Somente os desabrigados da Barragem de Sobradinho e os sem terras do Mato Grosso do Sul foram transportados pelo INCRA  até esta localidade com todas as despesas de locomoção assumida pelo governo federal.

Mas ao mesmo tempo chegavam para esta localidade forasteiros de varias partes do país como do norte de Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Sergipe,  Chapada Diamantina e de vários municípios circunvizinhos para conseguir o seu pedacinho de terra a custo insignificante..    

Atualmente o município é composto por 20 agrovilas e aproximadamente  35 povoados. Que são as Agrovilas: 01, 02, 03, 04, 05, 06, 07, 08, 10, 11, 12, 13, 14, 17, 18, 19, 20, 21, 22.  E os povoados de : Barra da Ipueira, Fechadinha, Pambu, Araçá, Tapera, Caldeirão, Capão Preto, Curral Novo, Boca da Vereda, Boa  Vista, Vila Boa Esperança, Palma, Passos, Ilha da Palma, Alto do Tamburil, Mariape, Campinhos, Pituba, Água Fria,  Barreiro Grande, Mata Verde, Nova Posse, Taquari, Mineira, Taboleiro, Fazenda Roberto, Bem Bom, Rondoinha, Serra Solta, Barnabé, Mandiaçu, CSB, Fazenda Busato, Jenipapo, Olho D’agua, Batatas.

Serra do Ramalho faz  limites ao norte com  Bom Jesus da Lapa e Santana, ao sul  Carinhanha, leste: Bom Jesus da Lapa e Malhada e ao  oeste: São Félix do Coribe.

 


SERRA DO RAMALHO: Emancipação política




O nosso município Serra do Ramalho esta situado na região Oeste da Bahia, fazendo limites com os municípios de Malhada, Carinhanha, Santana, São Felix do Coribe, Feira da Mata e Bom Jesus da Lapa, ao qual pertencia antes da sua emancipação.  Sendo nosso  município proveniente de um projeto de colonização e reforma agrária que era dividido em 23 agrovilas. Foi o seu plebiscito aprovado para município no dia 13-06-1989, mas após nossa emancipação perdemos para Carinhanha as agrovilas 15,16 e 23.  A partir desta data Serra do Ramalho tornou-se município autônomo e a sede do município passou a ser a Agrovila Nove

            Sua população estimada em 2007 era de 31.074 habitantes. Localiza-se entre o Rio São Francisco e a serra de mesmo nome do município.

O município participa das unidades geomorfológicas da Depressão do São Francisco, Patamares do Chapadão e Várzeas e Terraços Aluviais. A vegetação consiste em Floresta Estacional Decidual e Floresta Estacional Semidecidual.



HIDROGRAFIA





Serra do Ramalho não possui nenhum rio perene cortando o interior do seu município, mas possui no seu subsolo um lençol freático abundante, sendo possíveis cisternas quase em todos os sítios com profundidades em média de 15 metros.

A linha divisória que separa  nosso município  de Bom Jesus da Lapa ao leste, é o Rio São Francisco, rio  de grande importância para a nossa economia, pois dele é retirado boa parte do peixe que consumimos, além de pequenas irrigações feitas à sua margem. Temos também ao norte o Rio Corrente que nos separa do município de Santana. Ao oeste da agrovila 05 temos a lagoa do Pajaú de onde pequenos pescadores retiram o peixe para o consumo e também para vender no município o ano todo.



ECONOMIA



A nossa principal economia é proveniente da criação bovina, pois uns dos poucos produtos que não precisamos importar é a carne de gado e o leite, além destes garantir o consumo interno, exportamos até para outros estados o boi gordo, o nosso famoso requeijão e a manteiga de leite de gado e ainda um pouco tímido a  apicultura

 Produzimos na agricultura, no ano em que o clima é favorável, o feijão catador, milho, algodão mandioca e o sorgo.



SERRA BDO RAMALHO: Um município rico em diversidade



A população de Serra do Ramalho é a mais diversificada do oeste baiano, sendo este município oriundo de um projeto de colonização e têm sua ascendência  proveniente de moradores que já habitavam esta região, imigrantes da represa de Sobradinho, sem terras trazidos pelo INCRA em 1979 do Mato Grosso do Sul, paraibanos, mineiros, sergipanos e pernambucanos.

É um lugar que não existe muita desigualdade social, ou seja, não há muita diferença de poder aquisitivo, somente poucos comerciantes e criadores  se destacam, mas sem significado no cenário nacional.

A religião dominante é o cristianismo, distribuídos na igreja Católica a que possui o maior número de fieis seguida pela igreja Assembléia Deus, Adventista,Cristã, Testemunha de Jeová e outras em menor número

Impulsionado pelos interesses político de algumas lideranças foi criado em 1989 o Município de Serra do Ramalho, que abandonado pelo INCRA, teve na prefeitura sua única via de organização e sustentação, tal período coincidiu com o declínio da lavoura algodoeira, aumentando o caos. Gradativamente a vocação para a pecuária foi surgindo como alternativa de sobrevivência para o nosso povo.



SERRA DO RAMALHO:Político



            Serra do Ramalho teve como seu primeiro prefeito Boalô Dantas, que foi o executor que mais se destacou no período que este município era apenas um projeto de colonização e reforma agrária. Boalô foi prefeito de nosso município por apenas 2 anos e suas principais obras foram a criação do parque de vaquejada,câmara municipal e casas populares do bairro Belenzinho.

O segundo prefeito de nosso município foi Dumuriez  ( 1993-1996). Suas principais obras foram à construção do hospital Municipal, a quadra de esportes Poliesportiva, a arborização das avenidas Norte e Sul

 O terceiro prefeito foi  Alberto Godooy que governou nosso município por 8 anos (1997 2004) suas grandes obras foram água do Rio São Francisco encanada, pavimentação das ruas e avenidas na sede do município,creches, escolas, novo hospital municipal, posto de saúde em várias localidades, escolas municipais em quase todas comunidades rurais,  centro cultural, áreas de lazeres  como praças na sede do município e em varias agrovilas , modernização do parque de vaquejada. se

Destacou por sua postura de  gerir o município e de usar a cor amarela na pintura de todos os prédios públicos que passou a ser a sua logomarca.

O quarto prefeito de Serra do Ramalho é o senhor Carlos Caraíbas de Sousa, sendo a pessoa que possui a maior representatividade política em nosso município, pois deste a sua fundação sempre representou o município em alguma esfera do poder ( legislativo ou executivo).

Já foi vereador, presidente da câmara dos vereadores, por oito anos vice- prefeito e, atualmente goza de seu segundo pleito como prefeito do município.

O governo do prefeito atual foi destacado pela transparência nos concursos públicos, concursos estes que foram elogiados por todos pela seriedade que foi conduzido. Pois nos concursos realizados pela gestão anterior deixou todos intrigados pelo o resultado dos concursos aonde bom parte dos aprovados nos concursos municipais serem pessoas totalmente analfabetas e que  muito destes obtiveram notas superiores a pessoas que  possuíam um certo grau de escolaridade.

Outro ponto positivo na gestão do senhor Caraíba foi aprovação do Plano de Carreira do Magistério aonde houve uma valorização  no salário dos professores em relação ao que recebia anteriormente de sua gestão.

De acordo com a opinião publica neste período houve poucos avanços na parte que se refere à infra-estrutura,, pois as pavimentações na zona urbana pouco se avançou se comparado com as obras realizadas na  gestão de seu antecessor.

Na área da educação houve uma reorganização na forma gerir a educação do município, pois a Secretaria da Educação Municipal conta atualmente com especialistas em educação, psicóloga, psicopedagogos e coordenadores de educação para acompanhar as atividades complementares e está sendo implantados gradativamente a gestão democrática nas escolas aonde a comunidade escolar está tendo o direito democraticamente de escolher o gestores das escolas.

O sindicato dos servidores municipais passará a ser reconhecido e ouvidos pelo o gestor municipal sendo considerado um avanço nas relações humanas entre gestor e servidores.

Diante das diversas situações abordadas temos nos dias atuais uma variedade cultural, fruto da miscigenação de diversos povos, com origens e costumes diferenciados.

Acreditamos que os anos a seguirem nos possibilitarão a formação de uma identidade cultural que está em contínua formação. As pessoas vão se encontrando, convivendo e gerando uma nova forma de vida, baseada não na vida de suas comunidades primitivas, mas nova sociedade, com especificidades peculiares a região onde habitam.

Autor: ROCHA, José Luiz da Silva
REFERENCIAS:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Serra_do_Ramalho_%28Bahia%29
IBGE
PROF. Chargas







sábado, 18 de fevereiro de 2012

SERRA DO RAMALHO/ LEI DA FICHA LIMPA

A Lei Ficha Limpa foi aprovada graças à mobilização de milhões de brasileiros e se tornou um marco fundamental para a democracia e a luta contra a corrupção e a impunidade no país. Trata-se de uma conquista de todos os brasileiros e brasileiras. Para garantir que essa vontade popular se reflita nestas e nas próximas eleições, a Articulação Brasileira contra a Corrupção e a Impunidade (Abracci), com o apoio do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), apresenta o sítio Ficha Limpa – um instrumento de controle social da Lei Ficha Limpa e uma ação de valorização do seu voto!

 

 

Relação de Prefeitos com ficha suja na Bahia



  • (Apenas os que se inicia com a letra "A")





  • Veja a relação de prefeitos com a ficha suja na Bahia:
    .
    2006 ADALBERTO ALVES PINTO MEDEIROS NETO PHS Desaprovação de contas TCU TCU
    .
    2007 ADILSON ALMEIDA DO NASCIMENTO MIRANGABA PMDB Criminal MP TJ-BA
    .
    2004 ALBERTO ANÍSIO SOUTO GODOY SERRA DO RAMALHO DEM Criminal MP TJ-BA
    .
    2004 ALBERTO ANÍSIO SOUTO GODOY SERRA DO RAMALHO DEM Criminal MP TJ-BA
    .
    2005 ALBERTO ANÍSIO SOUTO GODOY SERRA DO RAMALHO DEM Criminal MP TJ-BA
    .
    2007 ALIOMAR DA ROCHA SORES MORRO DO CHAPÉU PMDB Criminal MP TJ-BA
    .
    2007 ALIOMAR DA ROCHA SORES MORRO DO CHAPÉU PMDB Criminal MP TJ-BA
    .
    2005 ALIOMAR DA ROCHA SORES MORRO DO CHAPÉU PMDB Desaprovação de contas TCM TCM
    .
    2005 ALIOMAR DA ROCHA SORES MORRO DO CHAPÉU PMDB Desaprovação de contas TCU TCU
    .
    2004 ALIOMAR DA ROCHA SORES MORRO DO CHAPÉU PMDB Desaprovação de contas TCU TCU
    .
    2004 AMAURI SALDANHA DE LUCENA MULUNGU DO MORRO PMDB Desaprovação de contas TCM TCM
    .
    2008 ANTÔNIO CARLOS MENDES BRITO ACAJUTIBA DEM Criminal MP TJ-BA
    .
    2004 ANTÔNIO CÉSAR DE SCHOUCAIR JAMBEIRO SAUBARA PMDB Desaprovação de contas TCM TCM
    .
    2003 ANTONIO CÉZAR DE SCHOUCAIR JAMBEIRO SAUBARA PMDB Criminal MP TJ-BA
    .
    2001 ANTÔNIO COSME SILVA ENCRUZILHADA PRP Desaprovação de contas TCE TCE

    FONTE: http://www.nucleodenoticias.com.br/2008/08/07/relacao-de-prefeitos-com-ficha-suja-na-bahia/

    sábado, 28 de janeiro de 2012

    A Privataria Tucana:

    Acabei de ler este livro e recomendo para todos aqueles que querem ter uma visão mais crítica e reflexiva acerca das privatizações que ocorreram no Pais!
     Quas foram as manobras politicas? Quem foram beneficiados? Como funcionam os bastidores da politica e muito mais...
    segue um link para baixar gratuitamente: http://blogdojoaogabriel.blogspot.com/2011/12/privataria-tucana-disponivel-para.html




    A PRIVATARIA TUCANA



    A Privataria Tucana é um livro de autoria do jornalista brasileiro Amaury Ribeiro Jr. resultante de 12 anos de investigação jornalística sobre a chamada "Era das Privatizações", ocorrida no governo Fernando Henrique Cardoso (FHC), sob o comando do então Ministro do Planejamento José Serra, ex-governador do Estado de São Paulo. A expressão que deu origem ao título do livro,“privataria”, foi criada pelo jornalista Elio Gaspari, referindo-se à nebulosidade que envolvia as operações de privatização e ligando ao termo pirataria. Amaury Ribeiro Jr. resolveu utilizá-la pela adequação aos atos que qualificou como pirataria, que teriam sido praticados ao longo do processo de privatizações, envolvendo dinheiro público, em benefício de fortunas pessoais e realizadas por meio das chamadas offshores, empresas de fachada que operam em Paraísos Fiscais no Caribe.

    O livro aponta o modus operandi de um suposto esquema de corrupção montado no governo de Fernando Henrique Cardoso por ocasião das privatizações. O livro é uma reportagem investigativa de 200 páginas de texto, apoiada em mais de 140 páginas de facsimile de documentos comprobatórios, todos oficiais, solicitados por ele em juntas comerciais, cartórios, no Ministério Público e na Justiça, autenticados e com firma reconhecida.

    O autor do livro descreve, passo a passo, a trajetória que o dinheiro ilícito faz, das empresas Offshore (empresas ou contas anônimas criadas em paraísos fiscais) a empresas de fachadas no Brasil e comprova, apresentando documentos, que foram praticados negócios financeiros vultosos envolvendo grandes corporações financeiras, durante o processo das privatizações. O jornalista autor do livro acusa o envolvimento e a conivência de parte dos meios de comunicação, crimes de corrupção ativa e passiva, favorecimento ilegal, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, enriquecimento ilícito, invasão de privacidade, vazamento de dados tributários, tudo associado ao desvio de dezenas de bilhões de dólares dos cofres públicos.[4]A trajetória do dinheiro ilícito ao voltar ao Brasil, segundo os documentos apresentados no livro, é inserido nas fortunas pessoais do grupo ligado a Serra[5].

    O autor revela que iniciou as investigações sobre lavagem de dinheiro quando fazia uma reportagem sobre o narcotráfico, a serviço do Correio Braziliense (CB). Depois de sofrer um atentado, foi transferido para o jornal O Estado de Minas, do mesmo grupo do CB, e lá incumbido de investigar uma suposta rede de espionagem mantida por José Serra.[6] Era o primeiro passo para a investigação sobre o esquema de desvio de verbas públicas e de lavagem de dinheiro denunciados no livro.

    Os documentos apresentados no livro demonstram como teria funcionado o suposto esquema de propinas e de lavagem de dinheiro durante as privatizações. Através do envio do dinheiro para empresas offshores no paraíso fiscal nas Ilhas Virgens, o dinheiro retornava ao Brasil, "lavado" como "investimento estrangeiro". O autor apurou, partindo de pistas deixadas pelo dinheiro, que eram os mesmos nomes que assinavam os dois lados da operação: como procurador da offshore do Caribe que "investia" no Brasil e como dono da empresa brasileira receptora do suposto investimento estrangeiro. O esquema envolveria nomes como Ricardo Sérgio de Oliveira (ex-tesoureiro das campanhas de FHC e José Serra do PSDB, descrito por Amaury Ribeiro Jr. na página 38 como "o chefe da lavanderia do tucanato"), Carlos Jereissati, José Serra, sua filha Verônica Serra e o marido, Alexandre Bourgeois, além de empresas como a Oi (na época Telemar), IConexa, Citco Building, Andover, Westschester, Decidir.com, Inc da filha de Serra em sociedade com Verônica Dantas, irmã do banqueiro Daniel Dantas, dentre outros. Para se demonstrar o montante de dinheiro envolvido nestas supostas transações, entre 1998 e 2002, Gregório Preciado, marido de uma prima de José Serra, teria depositado 2,5 bilhões de dólares na conta de Ricardo Sérgio de Oliveira[7]. Este modus operandi de lavagem de dinheiro também teria sido utilizado por Paulo Maluf, Ricardo Teixeira[, a quadrilha da advogada Jorgina de Freitas que fraudou a previdência em R$1 bilhão e Paulo Henrique Cardoso[9], filho do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

    TEXTO RETIRADO:http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Privataria_Tucana


    quinta-feira, 3 de novembro de 2011

    A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, A HISTÓRIA E A CULTURA


    A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, A HISTÓRIA E A CULTURA



            A História da Ciência, particularmente, a História da Matemática, constitui uma das partes mais interessantes do conhecimento. Permite compreender a origem das idéias que formaram a nossa cultura e observar também os aspectos humanos do seu desenvolvimento. Assim, esta história é um valioso instrumento para o ensino/aprendizado da própria Matemática. Podemos entender porque cada conceito foi introduzido e porque, no fundo, ele sempre era algo natural no seu momento. Possibilita, também, estabelecer conexões com a história, a filosofia, a geografia e várias outras manifestações da cultura. Conhecendo a História da Matemática percebemos que as teorias que hoje aparecem resultaram sempre de desafios que os matemáticos enfrentaram e foram desenvolvidas com grande esforço, quase sempre, numa ordem bem diferente daquela em que são apresentadas após todo o processo de descoberta.
    O professor de Matemática deve ter conhecimento de sua disciplina, porém a transmissão desse conhecimento através do ensino depende de sua compreensão de como esse conhecimento se originou de quais as principais motivações para o seu desenvolvimento e quais as razões de sua presença nos currículos escolares. Destacar esses fatos é um dos principais objetivos da História da Matemática.

    segunda-feira, 31 de outubro de 2011

    O Banco do Brasil de Serra do Ramalho -BA foi assaltado 31-10-2011

    O Banco do Brasil de Serra do Ramalho -BA foi assaltado



    Hoje por volta das 10 horas da manhã desta segunda feira a Agência do Banco do Brasil de Serra do Ramalho foi surpreendida por cerca de seis homens fortemente armados que segundo testemunhas chegaram fardados com armamento pesado com fardamento semelhante à do exèrcito. os quais já chegaram atirando para cima antes mesmo de entrarem no Banco.
    Anuciaram o assalto e pediram para o povo não entrarem em pânico pois o que eles queriam era o "dinheiro do Governo".
    A cidade entrou em pânico total pois foram disparados dezenas de tiros e por ser uma cidade pequena todos entraram em desespero.
    Na escola as crianças ficaram em estado de choque, pois se ouvia os tiros e ninguém sabia ao certo se eram para cima ou trocca de tiros!
    Ao sairem da cidade os assaltantes levaram consigo alguns reféns, mas ao sairem dp perímetro da cidade foram libertados!
    Depois de tudo, estamos suspirando aliviados, pois não saiu ninguém ferido!

    O Banco do Brasil de Serra do Ramalho -BA foi assaltado

    O Banco do Brasil de Serra do Ramalho -BA foi assaltado    31-10-2011

        Hoje por volta das 10 horas da manhã desta segunda feira a Agência do Banco do Brasil de Serra do Ramalho foi surpreendida por cerca de seis homens fortemente armados que segundo testemunhas chegaram fardados com armamento pesado com fardamento semelhante à  do exèrcito. os quais já chegaram atirando para cima antes mesmo de entrarem no Banco.
     Anuciaram o assalto e pediram para o povo não entrarem em pânico pois o que eles queriam era o "dinheiro do Governo".
    A cidade entrou em pânico total pois foram disparados dezenas de tiros e por ser uma cidade pequena todos entraram em desespero.
     Na escola as crianças ficaram em estado de choque, pois se ouvia os tiros e ninguém sabia ao certo se eram para cima ou trocca de tiros!
     Ao sairem da cidade os assaltantes levaram consigo alguns reféns, mas ao sairem dp perímetro da cidade foram libertados!
      Depois de tudo, estamos suspirando aliviados, pois não saiu ninguém ferido!

    domingo, 4 de setembro de 2011

    SERRA DO RAMALHO - BAHIA / CONTEXTO HISTÓRICO

    A HISTÓRIA DE SERRA DO RAMALHO


    Considerando os diversos aspectos que contribuíram para o surgimento e de desenvolvimento do Município de Serra do Ramalho, resolvemos dividir sua história em três etapas que iremos abordar. A fase anterior a vinda do INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária); O Período de Colonização e o Período de emancipação política até os dias atuais.





    Achamos equivocada a opinião de muitas pessoas quando divulgam a idéia de que Serra do Ramalho é uma região recém habitada. Temos em nosso município comunidades e localidades habitadas há muitos anos, entre as quais destacamos Barreiro Grande, Campinhos, Boa Vista, Tabuleiro, as fazendas da CSB, Serra Solta, Lajeado, Taquari, Fazenda Roberto, etc. Algumas chegando a ultrapassar 100 anos de existência,.Portanto é errado estudar Serra do Ramalho sem levar em conta os costumes, crenças e tradições existentes nesse período.



    Quando o Governo Federal resolveu construir a Barragem de Sobradinho, ,escolheu a região entre o Rio São Francisco e a Serra do Ramalho para abrigar os habitantes que residiam na área da Barragem, que compreendem os municípios de Casa Nova, Pilão Arcado, Remanso, Sento Sé e Sobradinho.



    Foi juntando em 1975 o Projeto Especial de Colonização de Serra do Ramalho, que desapropriou todas as propriedades existentes para distribuir as terras uniformemente entre os recém chegados, sem levar em conta as aptidões das pessoas. O auge da Colonização teve muita fartura e assistência do INCRA. As chuvas eram constantes e a produção algodoeira propiciou um forte impulso na Economia do município vizinho ao projeto: Bom Jesus da Lapa. O responsável por toda assistência às Agrovilas era o INCRA, que assumiu a educação, saúde, transporte, etc.



    Impulsionado pelos interesses político de algumas lideranças foi criado em 1989 o Município de Serra do Ramalho, que abandonado pelo INCRA, teve na prefeitura sua única via de organização e sustentação, tal período coincidiu com o declínio da lavoura algodoeira, aumentando o caos. Gradativamente a vocação para a pecuária foi surgindo como alternativa de sobrevivência para o nosso povo.



    Serra do Ramalho teve como seu primeiro prefeito Boalô Dantas, que foi o executor que mais se destacou, no período que este município era apenas um projeto de colonização e reforma agrária. Boalô foi prefeito de nosso município por apenas 2 anos. Suas principais obras foram a criação do parque de vaquejada,câmara municipal e casas populares do bairro Belenzinho.



    O segundo prefeito de nosso município foi Dumuriez ( 1993-1996). Sendo substituído por Alberto Godooy que governou nosso município por 8 anos (1997-2004) suas grandes obras foram água do Rio São Francisco encanada,pavimentação das ruas e avenidas na sede do município,creches,escolas,hospital, centro cultural, áreas de lazeres (praças, modernização do parque).



    O terceiro prefeito de Serra do Ramalho é o senhor Carlos Caraíbas de Sousa, sendo a pessoa que possui a maior representatividade política em nosso município, pois deste a sua fundação sempre representou o município em alguma esfera do poder ( legislativo ou executivo).



    Ja foi vereador , presidente da camara dos vereadores, por 8 anos vice- prefeito e atualmente goza de seu segundo pleito como prefeito do municipio.

    O governo do prefeito atual foi destacado pela transparencia nos concursos públicos, concursos estes que foram elogiados por todos pela seriedade que foi conduzido. Pois nos concursos realizados pela gestão anterior deixou todos intrigados pelo o resultado dos concursos aonde boa parte dos aprovados nos concursos municipal serem pessoas totalmente analfabetas.

    Um outro ponto positivo na gestão do senhor Caraíbas foi aprovação do Plano de Carreira do Magistério aonde houve uma valorização em cerca de 300 % no salário dos professores em relação ao que recebia anteriormente de sua gestão.

    De acordo com a opinião publica neste periodo houve poucos avanços na parte que se refere a infraenstrutura,,pois as pavimentações na zona urbana pouco se avançou se comparado com a gestão de seu antecessor.

    Na area da educação houve uma reorganização na forma gerir a educação do municipio, pois a Secretaria da Educação Municipal conta atualmente com especialistas em educação, psicóloga, psicopedagogos e coordenadores de educação para acompanhar as atividades complementares e está sendo implantados gradativamente a gestão democrática nas escolas aonde a comunidade escolar está tendo o direito democraticamente de escolher o gestores das escolas.

    O sindicato dos servidores municipais passarão a ser reconhecido pelo o gestor municipal algo que não acontecia.





    Diante das diversas situações abordadas temos nos dias atuais uma variedade cultural, fruto da miscigenação de diversos povos, com origens e costumes diferenciados.



    Acreditamos que os anos a seguirem nos possibilitarão a formação de uma identidade cultural que está em contínua formação. As pessoas vão se encontrando, convivendo e gerando uma nova forma de vida, baseada não na vida de suas comunidades primitivas, mas nova sociedade, com especificidades peculiares a região onde habitam.

    domingo, 24 de julho de 2011

    A VIOLÊNCIA NO TRÂNSITO/ SERRA DO RAMALHO

    BANALIZANDO A VIOLÊNCIA NO TRÂNSITO

    • Ao divulgar estatísticas de acidentes de trânsito como se fossem índices econômicos, a imprensa está alertando para a gravidade do problema ou contribuindo para banalizar o assunto? • Por que a queda de um avião nos sensibiliza mais do que o imenso número de vítimas do trânsito? • No Brasil morrem 100 pessoas por dia, a lotação média de um avião comercial. Este número não é notícia porque o assunto já está banalizado - e por isso não daria audiência ou está banalizado porque nunca é notícia? Afinal, “se ninguém diz que a violência do trânsito no Brasil consome por dia o equivalente a um acidente aéreo de grande porte, é porque isso não deve ser importante.” Ou ainda, seria porque, da forma como é apresentado, não desperta a atenção e a tomada de consciência sobre o assunto?

    Programas de educação de longa duração, consistentes e com metodologia adequada, funcionam. É preciso continuidade, pois se trata de um assunto novo, sobre o qual o público alvo – crianças, jovens ou adultos - muito pouco ou nada viu, ouviu ou leu. Educação para o Trânsito, no Brasil, é muito recente. Se é verdade que “para ensinar matemática a João é preciso conhecer matemática e João”, então, há muito a fazer. Ainda se entende pouco da “matemática” do trânsito e muito menos ainda dos anseios, necessidades, capacidades e limitações do “João”, usuário compulsório do trânsito nosso de cada dia. Uma metodologia que leve em conta o público alvo, sua faixa etária, nível de instrução, necessidades, desejos, perfil socioeconômico, etc., é fundamental. É quase como uma condição para que seja possível educar para o trânsito. O mesmo pode-se dizer quanto aos materiais didáticos. Ferramentas adequadas, inteligentes, amigáveis e atraentes podem ser a garantia de que tanto os aplicadores (professores, instrutores) quanto os alunos vão aceitar, se encantar e desejar aprender sobre o assunto. Programas de educação de longa duração, consistentes e com metodologia adequada, funcionam. É preciso continuidade, pois se trata de um assunto novo, sobre o qual o público alvo – crianças, jovens ou adultos - muito pouco ou nada viu, ouviu ou leu. Educação para o Trânsito, no Brasil, é muito recente. Se é verdade que “para ensinar matemática a João é preciso conhecer matemática e João”, então, há muito a fazer. Ainda se entende pouco da “matemática” do trânsito e muito menos ainda dos anseios, necessidades, capacidades e limitações do “João”, usuário compulsório do trânsito nosso de cada dia. Uma metodologia que leve em conta o público alvo, sua faixa etária, nível de instrução, necessidades, desejos, perfil socioeconômico, etc., é fundamental. É quase como uma condição para que seja possível educar para o trânsito. O mesmo pode-se dizer quanto aos materiais didáticos. Ferramentas adequadas, inteligentes, amigáveis e atraentes podem ser a garantia de que tanto os aplicadores (professores, instrutores) quanto os alunos vão aceitar, se encantar e desejar aprender sobre o assunto.

    GRAVIDEZ NA ADOLESCENCIA

    GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA




    A gravidez na adolescência, como o próprio termo já define, consiste na gravidez de uma adolescente. Apesar de que a Organização Mundial de Saúde considere a adolescência como o período de dez a vinte anos na vida de um indivíduo, cada país especifica a idade em que seus cidadãos passam a ser considerados adultos (a chamada maioridade legal) ainda podendo ser influenciado localmente por fatores culturais. Grávidas na adolescência enfrentam muitas das mesmas questões obstetrícias que as das mulheres entre os 20 e 30 anos. A gravidez na adolescência envolve muito mais do que problemas físicos, pois há também problemas emocionais, sociais, entre outros. Uma jovem de 14 anos, por exemplo, não está preparada para cuidar de um bebê, muito menos de uma família. Com isso, entra-se em outra polêmica, o de mães solteiras, por serem muito jovens os rapazes e as moças não assumem um compromisso sério e na maioria dos casos quando surge a gravidez um dos dois abandona a relação sem se importar com as consequências. Por isso o número de mães jovens e solteiras vem crescendo consideravelmente É importante que quando diagnosticada a gravidez a adolescente comece o pré-natal, receba o apoio da família, em especial dos pais, tenha auxílio de um profissional da área de psicologia para trabalhar o emocional dessa adolescente. Dessa forma, ela terá uma gravidez tranquila, terá perspectivas mais positivas em relação a ser mãe, pois muitas entram em depressão por achar que a gravidez significa o fim de sua vida e de sua liberdade.

    ESCOLA & FAMILIA/ SERRA DO RAMALHO

    A ESCOLA & FAMILIA


    Escola pode se referir a uma instituição de ensino ou a uma corrente de pensamento com características padronizadas que formam certas áreas do conhecimento e da produção humana. A palavra vem do grego scholé, que significa lugar do ócio. Na Grécia Antiga, as pessoas que dispunham de condições socioeconômicas e tempo livre, nela se reuniam para pensar e refletir. A escola é um local de ensino onde se aprende várias matérias, entre elas estão: Matemática, Português, Ciências, História, Geografia, Educação Artística, Educação Física, e outras. Os agentes educacionais da escola são o professor, o aluno, o diretor, a comunidade e demais funcionários. Uma vez que na escola os agentes educacionais não aprendem ou ensinam somente as disciplinas escolares, mas também as formas de relação entre as pessoas, podem-se considerar todos os participantes da instituição educacional enquanto agentes educacionais devido a este caráter interrelacional dos indivíduos no cotidiano

    FAMILIA?

    A família representa um grupo social primário que influencia e é influenciado por outras pessoas e instituições. É um grupo de pessoas, ou um número de grupos domésticos ligados por descendência (demonstrada ou estipulada) a partir de um ancestral comum, matrimônio ou adoção. Nesse sentido o termo confunde-se com clã. Dentro de uma família existe sempre algum grau de parentesco. Membros de uma família costumam compartilhar do mesmo sobrenome, herdado dos ascendentes diretos. A família é unida por múltiplos laços capazes de manter os membros moralmente, materialmente e reciprocamente durante uma vida e durante as gerações. Pode-se então, definir família como um conjunto invisível de exigências funcionais que organiza a interação dos membros da mesma, considerando-a, igualmente, como um sistema, que opera através de padrões transacionais. Assim, no interior da família, os indivíduos podem constituir subsistemas, podendo estes ser formados pela geração, sexo, interesse e/ ou função, havendo diferentes níveis de poder, e onde os comportamentos de um membro afetam e influenciam os outros membros.

    A busca de uma boa relação entre família e escola deve fazer parte de qualquer trabalho educativo que tem como foco a criança. Além disso, a escola também exerce uma função educativa junto aos pais, discutindo, informando, aconselhando, encaminhando os mais diversos assuntos, para que família e escola, em colaboração mútua, possam promover uma educação integral da criança. Desde que as mulheres passaram a ter de trabalhar fora para contribuir com o orçamento doméstico, a escola de educação infantil tornou-se um apoio importante para os pais deixarem a criança durante o dia, ou parte dele. Esse recurso é tão ou mais valorizado que avós ou outros parentes, ou as empregadas e babás para os cuidados com a criança na falta dos pais. Mas como foi justamente essa ausência uma das razões primeiras para levar a criança à escola, muita gente ainda pensa que os professores apenas os substituem.

    É preciso que se estabeleça uma sintonia muito fina entre os pais e a escola, na qual a contribuição de cada parte seja acolhida e respeitada em benefício do bem-estar e do crescimento da criança. Infelizmente, em muitas escolas, ainda persiste a visão de que a família não sabe educar, o que é um equívoco. Quando a escola parte desse princípio, impede o diálogo e coloca a família fora do processo. Ela precisa respeitar o conhecimento que os familiares da criança trazem. Para começar, os professores devem procurar conhecer o que pensam e fazem os pais de seus alunos, obter informações sobre a criança, interagir com eles. E tudo isso se faz num contato mais estreito, com uma comunicação quase diária. “Esse relacionamento não deve se limitar a chamar a família para as festinhas da escola”, diz Neide Noffs. Pais e professores também não precisam ficar amarrados ao programa formal de reuniões bimestrais ou semestrais para trocar ideias e informações sobre a criança. Quando se trata de crianças pequenas, essa “troca de figurinhas” precisa ser constante. Como ela ainda não consegue expressar direito suas necessidades e sensações, os adultos que a acompanham, em casa e na escola, é que precisam fazer o intercâmbio de informações.

    EDUCAÇÃO COMO DIREITO

    A partir da Constituição Federal de 1988, a educação passou a ser um direito da criança assegurado legalmente. Até os seis anos de idade, a frequência às creches e pré-escolas é uma opção dos pais, cabendo ao Estado o dever de oferecer vagas nestes espaços. No Ensino Fundamental, por volta dos sete anos de idade, a educação torna-se obrigatória. O Estado não pode deixar de atender à demanda por vagas de toda a população infantil que nele ingressa e nem os pais podem deixar os filhos sem freqüentar a escola, estando ambos sujeitos à penalidade legal. Isto significa o reconhecimento da criança e do jovem como cidadãos que devem ter os seus direitos assegurados, não só pela família, como também pela sociedade e pelo Estado. Visando regulamentar esses direitos constitucionais é criado, através da Lei n.º 8.069, de 13 de junho de 1990, o Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA - que parte do pressuposto de que a criança e o adolescente são cidadãos, independente de sua condição social, concepção que o diferencia fundamentalmente das legislações anteriores voltadas exclusivamente para o atendimento à infância pobre, daqueles considerados em "estado de risco" (Código de Menores de 1927) ou em "situação irregular" (Código de Menores de 1979). O ECA configura-se, portanto, num grande instrumento para efetivação de uma democracia participativa no trato dos interesses das crianças e dos adolescentes.

    A Constituição de 1988 ainda traz uma importante inovação: o direito da criança de 0 a 6 anos de idade à educação em creches e pré-escolas. O artigo constitucional nº 208, ressalta que "O dever do Estado com a educação será efetivado mediante garantia de: (...) IV- atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a seis anos de idade". A definição legal aponta para a superação do caráter assistencial, até aqui dominante, e passa a exigir uma atuação efetiva do sistema educacional nas suas diferentes instâncias: federal, estadual e municipal

    A LDB - 1996

    Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996. Para esta lei, a diferenciação entre creches e pré-escolas torna-se apenas a faixa etária da criança e a avaliação da criança nesses espaços não tem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao Ensino Fundamental ( Brasil, 1996, Seção II, artigos, 29, 30 e 31). Posta a legislação, surge a primeira questão: se a Educação Infantil é um direito da criança, um dever do Estado e uma opção dos pais, para o direito ser assegurado é necessário haver oferta, para se fazer ou não a opção. A demanda por creches e pré-escolas tem sido cada vez maior, em todas as classes sociais, e a instância pública não tem conseguido atendê-la. Nos municípios cujos habitantes estão mais conscientes dos seus direitos já estão surgindo ações judiciais reivindicando ao Estado a Educação Infantil para as crianças, obrigando a rede municipal a acolhê-las tendo ou não vagas, fato que acontece com mais frequência com as crianças consideradas em situação de risco pelos Conselhos Tutelares. Se o mercado exige melhor equipamento e maior sofisticação, mais cara ainda é a contratação de professores qualificados (e não apenas de recreadores e auxiliares de ensino como foi e ainda é comum), com investimento na formação em serviço dos profissionais, a remuneração digna, incluindo as horas de planejamento e reuniões de grupo e a contratação e a manutenção de coordenadores pedagógicos e diretores competentes.

    A PRESENÇA DOS PAIS

    A escola, por muito tempo, entendeu a presença dos pais como um certo desconforto. Seja de que lado viesse, a solicitação era entendida como queixa e até como invasão. Hoje, cada vez mais, a participação e a inclusão dos pais se fazem necessária. Incentiva-se a organização de grupos de pais, eles fazem parte dos conselhos escolares, podendo decidir, junto à equipe da escola, de vários assuntos, desde o traçado de prioridades, à alocação de verbas, à promoção de eventos etc. Gradativamente, a presença dos pais e da comunidade está sendo considerada como uma ampliação das possibilidades tanto da escola quanto das famílias.

    O PAPEL DOS PROFESSORES

    Os professores da rede pública que trabalham com crianças das classes populares têm reclamado muito do acúmulo de funções que estão tendo que exercer. As questões sociais atingem diretamente a escola: Crianças com fome, guardando a merenda para levar para casa, crianças doentes ou com piolho. Há ainda as que sofrem maus tratos, que revezam cadernos e materiais escolares com os irmãos, junto com crianças arrumadinhas, penteadas, falantes, bem nutridas. Algumas dessas crianças, como dizem as professoras, são "quase abandonadas". O quase é a ponta de esperança de professoras que se perguntam: se não fosse o nosso trabalho, o que seria destas crianças? E na outra ponta do "quase" a pergunta insistente, remitente: qual é a função da escola? O que as professoras podem fazer? Têm que dar remédio, merenda antes da hora para aplacar o choro da criança faminta? Comunicar o piolho e receber um pente fino no dia seguinte? Na verdade, os papéis que pais e professores desempenham na primeira infância, na educação e no desenvolvimento da criança, estão muito próximos e devem mesmo ser complementares. Pode-se dizer que a família é o primeiro “ensinante”, pois são os pais que transmitem os valores com os quais desejam formar o filho para a vida.

    As crianças aprendem muitas coisas na escola, projetos interessantes são desenvolvidos e a socialização do que foi realizado pelos grupos deve fazer parte do próprio ato educativo. Como por exemplo: exposições de trabalho, apresentação de pesquisas e de dramatizações, feiras de arte, de literatura, de ciências e dos mais diversos saberes. As crianças têm também muita coisa para ensinar aos adultos, é preciso dar a voz a elas. Como os pais sabem sobre o que acontece na escola? Geralmente é através do que os filhos levam para casa como conversas, deveres de casa, desenhos. Mas por que não manter uma correspondência que possa aproximar mais os pais do que está sendo desenvolvido na sala de aula? Outra experiência interessante foi o projeto de empréstimo de livros de literatura na Educação Infantil. Toda sexta-feira, as crianças escolhiam livros de histórias para serem lidos pelos pais em casa e devolvidos na segunda-feira. A atividade não só acabou envolvendo a família toda com a leitura de histórias, como proporcionou momentos de proximidade entre pais e filhos.

    Na primeira infância, a aprendizagem e o desenvolvimento estão ligados aos vínculos afetivos e emocionais seguros e verdadeiros que a criança estabelece com quem cuida dela, e que lhe dão segurança. Essas condições são essenciais para introduzir a criança no mundo do conhecimento, da cultura e das regras”, observa a socióloga e doutora em educação Gisela Wajskop, diretora do Instituto Singularidades, que forma professores. De 0 aos 6 anos, a faixa atendida pelas escolas de educação infantil, a tarefa de educar está intimamente ligada aos cuidados que a criança exige, mas não se resume a isso. O tempo todo, com suas atitudes, pais e professores estão educando as crianças. Por isso, é fundamental uma boa parceria entre a família e a escola. E confiança, nessa hora, é importante.

    CONTRIBUIÇÕES DE CASA

    Muitos pais necessitam de um tempo para conhecer as pessoas que vão trabalhar com a criança, acompanhar as rotinas e atividades das quais ela participará. É preciso que a criança estabeleça um vínculo afetivo com a professora. Assim, sente-se mais estimulada a ir para a escola, a permanecer ali envolvida nas atividades com os coleguinhas, sem sentir falta de uma pessoa da família por perto. Isso não acontece de uma hora para a outra, logo no primeiro dia. Ao notar que o filho conseguiu esse vínculo, a mãe também fica mais calma e segura. Vencida essa delicada etapa, as chances de construir um relacionamento mais proveitoso com a escola são muito maiores, tanto para a criança, quanto para seus pais. Esse tempo de adaptação escolar não é o mesmo para todas as crianças e famílias, e isso também precisa ser respeitado. Normalmente as escolas costumam estipular o prazo de uma semana.

    Os pais têm sua cota de responsabilidade na construção de um bom relacionamento com a escola. E isso começa na hora da escolha. Assim como a escola entrevista os pais, eles também precisam entrevistar a escola, para saber se sua linha pedagógica combina com as expectativas que têm a respeito da educação do filho e se suas opiniões serão bem acolhidas pelos professores. Nesse momento, os pais devem esmiuçar cada detalhe. Vale até indagar qual a postura dos professores diante de situações concretas, como quando uma criança morde outra ou quando uma delas abre o berreiro porque o coleguinha não quer brincar com ela, ou porque toma seu brinquedo.

    Feita a escolha, os pais não devem baixar guarda. É um equívoco achar, como acontece com alguns pais, que basta entregar o filho na escola, e daí para frente a tarefa de educar é do professor. É preciso ficar de olho em tudo e até mesmo verificar se a escola segue as orientações oficiais para a alfabetização. Esse é um processo amplo, no qual a criança precisa, além da habilidade motora, desenvolver o raciocínio e a linguagem simbólica para escrever. Desde 1996, o MEC obriga as escolas de educação infantil a se credenciarem junto ao sistema público de ensino. Um estudo divulgado pelo IBGE em 2000 revelou, no entanto, que metade das creches brasileiras ainda não tinha providenciado esse credenciamento. O MEC também lançou um referencial curricular com diretrizes detalhadas sobre o atendimento que as escolas de educação infantil devem oferecer, levando-se em conta o estágio de desenvolvimento da criança. De acordo com esse referencial, essas escolas devem buscar o desenvolvimento global da criança. Ajudá-la a se reconhecer como um ser autônomo, a construir sua identidade. Preocupar-se em estimular suas habilidades para pensar, desejar, utilizar diversas linguagens. E propiciar atividades que favoreçam o relacionamento entre as crianças, o ensino do respeito ao outro, a troca de saberes, experiências e afetos. Essas diretrizes, mais o credenciamento junto ao MEC, são medidas que visam melhorar o atendimento pedagógico na faixa de 0 a 6 anos. Observar seu cumprimento é mais um motivo importante para os pais se aproximarem da escola. Seu olhar atento a questões como essas e o diálogo com os professores podem fazer a diferença na qualidade da educação que seu filho receberá lá.

    Um dos complicadores dessa relação complementar tem sido a visão dos professores que consideram os pais como amadores em educação. Infelizmente, tem-se observado que a co-responsabilidade educativa das famílias e da creche ou pré-escola orienta-se mais para recíprocas acusações do que por uma busca comum de soluções. Pode-se hipotetizar outros prováveis complicadores: a) a representação que a família tem da educação infantil que, pode estar ligada ao brincar simplesmente, sem intenção educativa ou, ainda, um espaço para cuidar da criança para que a mãe e o pai possam trabalhar; b) a própria identidade da educação infantil que, de alguma forma reforça a representação dos pais, pois culturalmente não se concretizou como um direito educativo da criança; c) a natureza da formação do profissional para atuar na área que, na grande maioria não contempla as especificidades da área e o pressuposto de que o profissional deste nível de ensino não necessita de nível elevado de formação. E acerca do último ponto acima referido: ”Quanto menor a criança, menor é a sua capacidade de defesa e maior a sua dependência. Portanto, maior deveria ser, também, o nível de formação dos profissionais e pessoas com quem ela convive ou das quais depende mais diretamente”. Se não houver por parte da família esta compreensão, o que se espera é que a escola assuma a questão, discuta os complicadores e crie condições para tornar possível a comunicação entre família e escola, a fim de abrir caminhos para que a educação da criança se dê através da complementaridade, em favor do desenvolvimento integral da própria criança, que é com certeza o desejo de todos













    sexta-feira, 8 de julho de 2011

    O SUCESSO ESCOLAR PELA VIA DO REFORÇO ESCOLAR

    O SUCESSO ESCOLAR PELA VIA DO REFORÇO ESCOLAR


            Os alunos que participam do reforço escolar sempre apresentam avanços em sua aprendizagem, pois tiveram voltados pra si a atenção necessária para desenvolver-se. Muitas das vezes os regentes de ensino não se preocupam com os alunos com nível de aprendizagem baixa, e vão seguindo ministrando suas aulas como que eles fossem invisíveis, o que piora a situação na maioria, pois as dificuldades são acumuladas e os alunos passam a se ver como incapazes.
       É nessa proposta que se dá importância da observação dos educandos, o professor precisa conhecer bem seus alunos, para assim identificar as principais dificuldades enfrentadas por eles e descobrir a melhor maneira de barrá-las. São muitas as maneiras de deixar uma aprendizagem mais criativa, jogos, músicas, livros, passeios, histórias, etc. São apenas poucas das inúmeras formas de ludicidar o aprender, e cabe ao educador encontrar a melhor maneira, pois só ele é capaz de conhecer seu aluno.

    SERRA DO RAMALHO: EDUCAÇÃO ESPECIAL PARA CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN

    A EDUCAÇÃO ESPECIAL PARA CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN

           A educação especial é uma modalidade de ensino que visa promover o desenvolvimento global a alunos portadores de deficiências, que necessitam de atendimento especializado, respeitando as diferenças individuais, de modo a lhes assegurar o pleno exercício dos direitos básicos de cidadão e efetiva integração social.
             Proporcionar ao portador de deficiência a promoção de suas capacidades envolve o desenvolvimento pleno de sua personalidade, a participação ativa na vida social e no mundo do trabalho são objetivos principais da educação especial e assim como o desenvolvimento bio-psiquico-social, proporcionando aprendizagem que conduza a criança portadora de necessidades especiais maior autonomia.
         A prática pedagógica adaptada às diferenças individuais vem sendo promovida dentro das escolas do ensino regular. No entanto, requerem metodologias, procedimentos pedagógicos, materiais e equipamentos adaptados.

    AS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM DO PORTADOR DE SÍNDROME DE DOWN

    AS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM DO PORTADOR DE SÍNDROME DE DOWN


              A criança com síndrome de Down têm idade cronológica diferente de idade funcional, desta forma, não se deve esperar uma resposta idêntica à resposta da "normais", que não apresentam alterações de aprendizagem.
              Esta deficiência decorre de lesões cerebrais e desajustes funcionais do sistema nervoso. A prontidão para a aprendizagem depende da complexa integração dos processos neurológicos e da harmoniosa evolução de funções especificas como linguagem, percepção, esquema corporal, orientação têmporo-espacial e lateralidade. É comum ser observado na criança Down alterações severas de internalizações de conceitos de tempo e espaço, que dificultarão muitas aquisições e refletirão especialmente em memória e planificação, além de dificultarem muito a aquisição de linguagem.
             Crianças especiais como as portadoras de síndrome de Down não desenvolvem estratégias espontâneas e este é um fato que deve ser considerado em seu processo de aquisição de aprendizagem, já que esta terá muitas dificuldades em resolver problemas e encontrar soluções sozinhas.

    Resolução de Situação Problema Contextualizada Com o Cotidiano dos Educandos/ SERRA DO RAMALHO

    URFB - Universidade Federal do Recôncavo Baiano


    PROJETO GESTAR II – Programa Gestão de Aprendizagem Escolar

    SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO – SERRA DO RAMALHO-BA

    CURSISTA: JOSÉ LUIZ DA SILVA ROCHA

    FORMADOR:





















    PROJETO DE ENSINO



    Resolução de Situação Problema Contextualizada Com o Cotidiano dos Educandos



























































    SERRA DO RAMALHO

    JUNHO-2011

    CURSISTA

    JOSE LUIZ DA SILVA ROCHA



    FORMADOR/ TUTOR


















    PROJETO DE ENSINO



    Resolução de Situação Problema Contextualizada Com o Cotidiano dos Educandos























    Trabalho inicial, apresentado como requisito parcial de avaliação ao curso Programa Gestão de Aprendizagem Escolar sob a orientação do formador/tutor .





























    SERRA DO RAMALHO

    JUNHO-2011







    SUMÁRIO



    INTRODUÇÃO

    03

    TEMA GERADOR

    04

    JUSTIFICATIVA

    05

    OBJETIVOS:

    06

    DESENVOLVMENTO TEORICO E ASPECTOS PROCEDIMENTAIS



    07

    CRONOGRAMA

    09

    OPERACIONALIZAÇÕES

    11

    CONSIDERAÇÕES FINAIS

    12

    REFERENCIAS

    13

    ANEXOS 14

























































    INTRODUÇÃO: RESOLUÇÃO DE SITUAÇÃO PROBLEMA NO COTIDIANO



    Resolver problemas é uma prática que acompanha o ser humano ao longo da sua existência. Para quem sabe resolver uma situação-problema, o problema não existe... A resolução de situações-problema é o meio essencial para o processo de ensino-aprendizagem significativo dos conhecimentos matemáticos.

    A resolução de um problema é na verdade um desafio e um pouco de descobrimento, uma vez que não existe um método rígido do qual o aluno possa sempre seguir para encontrar a solução de uma situação-problema. De acordo com as temáticas do Gestar e o que vivenciamos em nossas escolas existem passos de pensamento, mais especificamente os de resolução que podem ajudar o aluno neste processo, que são os seguintes: compreender o problema, estabelecimento de um plano, execução do plano e o retrospecto.

    Fica evidente com as propostas do Gestar que a resolução de situações-problema deveria ser uma prática freqüente nas aulas de Matemática. Apesar de se tratar de um método que dá certa dose de trabalho tanto para os professores quanto para os alunos, pois ambos têm que interagir e quebrarem a rotina da aula. Assim, sua utilização contribui para o ensino de conceitos matemáticos tornando a aprendizagem do aluno prazerosa e, ao mesmo tempo, calcada na conscientização de seus processos de pensamento e na relação que ele pode estabelecer entre a formalização matemática e a resolução de problemas do cotidiano.































    TEMA GERADOR: Resolução de Situação Problema Contextualizada Com o Cotidiano dos Educandos



    A resolução de um problema no cotidiano é na verdade um desafio e um pouco de descobrimento, uma vez que não existe um método rígido do qual o aluno possa sempre seguir para encontrar a solução de uma situação-problema. De acordo com as temáticas do Gestar e o que vivenciamos em nossas escolas existem passos de pensamento, mais especificamente os de resolução que podem ajudar o aluno neste processo, que são os seguintes: compreender o problema, estabelecimento de um plano, execução do plano e o retrospecto.









































































    JUSTIFICATIVA



    A rede municipal de ensino em sua jornada pedagógica que acontece no inicio do ano, aonde neste encontro juntamente com o coordenador é a nos professores apresentada a proposta curricular de ensino da rede municipal onde já vem elencados os conteúdos a serem desenvolvidos durante o ano letivo bem como o livro didático a ser utilizado pelo aluno e o professor. E sempre nos encontros de atividades complementares somos questionados se estamos conseguindo cumprir a proposta curricular da rede municipal de ensino..

    O livro didático adotado pela rede municipal de ensino é o GIOVANNI JR & CASTRUCI, A Conquista da Matemática, que aborda em sua posposta de ensino questões de ordem interdisciplinar e resoluções de situação problema.

    Então, estamos nos empenhado em atender as propostas apresentadas pelo Gestar II, e diga se de passagem a principio estamos conseguindo trabalhar em harmonia com a proposta pedagógica elaborada pela a coordenação da Secretaria Municipal Educação..





















































    OBJETIVOS:



    Que os educandos que estão sendo contemplados pelo Programa Gestão de Aprendizagem Escolar cheguem ao final deste projeto capaz de:





    • Resolver situações-problema que sejam familiares a sua realidade;

    • Compreender os enunciados, para que possa exercitar sua capacidade mental e refletir sobre o seu próprio processo de pensamento, a fim de melhorá-lo conscientemente;

    • Estimular o necessário para que confie em si mesmo e use a sua criatividade, no intuito de que ele explore e descubra novas estratégias de resolução;

    • Resolver outras situações-problema da Matemática ou de cunho científico, que não sejam apenas na escola, mas sim no seu cotidiano;

    • Elaborar seu pensamento para a busca de soluções frente à situação-problema apresentada;

    • Pensar e criar suas próprias estratégias de resolução.



















































    DESENVOLVIMENTO TEORICO E ASPECTOS PROCEDIMENTAIS





    Perfil da Escola



    As propostas de trabalho orientadas no Programa Gestar II estão sendo desenvolvidas na Escola Municipal Nossa Senhora de Fátima que fica localizada no Povoado de Água Fria, a cerca de 20 quilômetros da sede do município na zona rural de Serra do Ramalho, às margens do rio São Francisco..

    Esta escola oferece o ensino de 1º ao 9º ano do ensino fundamental funcionando no período diurno dividido em matutino, vespertino e ainda um turno intermediário que funciona das 10:30hr às 14: 00 horas, com apenas três classes para atender os discentes.

    É classificada dentro dos padrões do município como uma escola de pequeno porte, pois nesta escola estão matriculados cerca de 106 alunos, todos oriundos de família de baixa renda e que dependem dos programas sociais do governo federal para viverem.



    O Corpo Docente

    O corpo docente desta escola é composto por uma diretora que reside na comunidade e possui a formação de Ensino Médio e ainda não faz nenhuma licenciatura. Os oito professores que ensinam nesta comunidade sete lecionam 40 horas na rede municipal, três destes tem as 40 horas nesta mesma escolas os demais atuam um turno na sede do município e o outro nesta instituição de ensino.

    Todos os professores são concursados e passaram a lecionar nesta escola somente a partir de março de 2010, vale ressaltar que foram lotados nesta escola os que obteram as melhores colocações neste concurso. Todos os docentes que atuam nesta escola como também o secretario escolar residem na sede do município e deslocam para esta unidade escolar diariamente.

    Dos professores que atual nesta escola cinco possui formação acadêmica em Pedagogia pela UNEB e Pos Graduação na área educacional, uma com formação em Historia pela FTCead, e os demais estão atualmente fazendo graduação também em pedagogia na modalidade Ead.

    Até o ano de 2009 os professores que atuavam nesta escola eram educadores normalmente contratados que muita das vezes não tinha nem a formação em magistério.





    Os discentes



    Os alunos ao qual leciono e que estão sendo contemplados pelo Programa Gestão da Aprendizagem Escolar estudam o sétimo ano, no turno Vespertino das 14 : 00hrs às 18:00hr.

    São alunos filhos de famílias ribeirinhas que residem em uma comunidade com cerca de 40 famílias às margens do rio São Francisco. Comunidade esta que se identificam como Remanescentes de Quilombos, mas que ainda estão lutando junto às autoridades competentes por este reconhecimento.

    Os alunos que estão sendo acompanhados pelo programa possuem uma faixa etária entre 12 e 14 anos e apresentam grande dificuldade na interpretação e resolução de situações problemas. Acredito que a principal causa desta deficiência seja a falta de domínio da leitura, pois apresentam muita dificuldade de ler e compreender um texto e ainda são ao meu ver “analfabetos funcional” o que com certeza dificulta a compreensão e resolução de situações problemas.

    Então, de acordo com a proposta apresentada acredito que trabalhando com estes educandos situações problemas que estejam contextualizadas da realidade em que estão inseridos desapertará nestes educandos não somente a resolução de problemas mas também o desenvolvimento da leitura e da escrita que são competências fundamentais para que o aluno desenvolva a capacidade de pensar e criar suas próprias estratégias de resolução.















































    CRONOGRAMA



    MESES CADERNO

    DE TEORIA TEMÁTICA CONTEXTUALIZADA

    ABRIL TP1

    SEÇÃO 1 Estudando proporcionalidade na alimentação dos animais.

    O texto que discute esta temática foi digitado e mimeografados e entregue aos alunos. Em seguida foi feita uma leitura coletiva do mesmo onde os alunos ficaram surpresos com as informações contidas, que levaram a refletir.

    Em seguida os alunos foram orientados a ficarem em grupos de ate 4 componentes, onde cada grupo recebeu uma cartolina para que podessem demonstrar em um gráfico a proporcionalidade do peso de cada animal bem como a média de alimentação diária.

    MAIO TP2

    SEÇÃO COLETIVA 4 Exploração dos conceitos desenvolvidos pela situação problema.

    Exploramos nesta temática o conceito de probabilidades, fazendo o uso de moedas. Foi feito também dinâmica com moedas para que os educandos fixassem de forma prazerosa a proposta pedagógica.



    JUNHO TP3

    UNIVERSO DAS FORMAS Reconhecendo as formas geométricas à nossa volta e construindo conhecimento



    A aula de geometria torna- se mais interessante ao educando quando esta aula é ensinada não só de forma expositiva mais contextualizada com oficinas.

    Então logo após apresentarmos para os alunos a geometria plana e calculando área e perímetro das mais diversas formas geométricas. Introduzimos sólidos geométricos e as aulas ao meu ver se tornaram mais proveitosas quando passamos a trabalhar oficinas demonstrado os mais diversos sólidos geométricos e como calcular a área e o volume dos sólidos que foram construídos pelos grupos.

    JULHO TP4

    UNIDADE 15

    SEÇÃO 2 Construção do conhecimento matemático em ação: eclipses, semelhanças de triângulos, teorema de tales.



    Voltar ao tempo na matemática dos gregos e dos conceitos matemáticos, como os de razão, proporção e triângulos semelhantes, com os quais resolvam grande parte dos problemas e que ainda resolvem muitos problemas do cotidiano.

    AGOSTO TP5

    UNIDADE 17

    SEÇÃO 1 Integrando a matemática ao mundo real

    A reflexão sobre o papel da multiplicidade e da quantidade de informação na formação e na resolução de novas formas de problemas sociais.

    O uso de tecnologia nas mais variadas esferas da atividade humana vem gerando soluções para muitos problemas, mas vem criando novos desafios,principalmente na área de segurança.

    SETEMBRO TP6

    UNIDADE 21 A álgebra como ferramenta humana: Frações e frações algébricas.

    Desenvolver situações para exploração do método algébrico e do método de inversão na resolução de problemas aritméticos e novos conceitos que sejam motivadores para essa introdução tornando o conceito útil e necessário.

    Socialização dos conhecimentos adquiridos durante o programa gestão da Aprendizagem









































































    OPERACIONALIZAÇÕES



    A Escola Nossa senhora de Fátima é uma escola localizada na zona rural do município há cerca de 22 quilômetros da sede do município é considerado pela a secretaria Municipal de Educação como um localidade de difícil acesso.

    Então, as atividades que forem planejadas tem que estar de acordo com o material pedagógico disponível na escola que diga se de passagem e precário.

    Os alunos por serem de uma comunidade carente não têm costume de trazer materiais pedagógicos para oficinas, ficando qualquer material que se faz necessário a cargo do docente.

    Quando se trata de oficinas os alunos têm demonstrado grande interesse em participar como já foi confeccionado com eles duas oficinas, a saber, jogos do tangran e sólidos geométricos.

    Recebi o convite da Secretaria Municipal de educação do município para participar desde curso, mas não conhecia a proposta e foi alegado pela coordenadora responsável pela escola que leciono que estava sendo indicado para esta capacitação um professor de matemática de escola e como eu era o único da escola.

    O Professor formador nos orientou que devíamos focalizar este trabalho em apenas uma única turma, analisei e após algumas observações optei pelo turma do sétimo ano usando como critério de ser uma turma que acompanho desde o ano 2010,e assim poder avaliar os avanços que supostamente obteremos com as propostas do Gestar II.

    A turma do sétimo ano foi selecionada pelo motivo de ser uma turma disciplina e que tem apresentada disposição em fazer as atividades propostas e sempre com muita dedicação. Como esta turma que leciono é localizada na zona rural e nesta turma estudam cerca de 12 alunos, então fica mais fácil monitora com mais dedicação e acompanhar os possíveis avanços.













































    CONSIDERAÇÕES FINAIS

    Todos os alunos envolvidos estão participando com entusiasmo. Os trabalhos apresentados pelos grupos estão sendo fixados no mural da escola.

    Até o presente momento as atividades desenvolvidas tem sido muito proveitosa pois praticamente todas as atividades que serão trabalhadas pelos educandos são primeiramente desenvolvidas por nos cursista nas oficinas do Gestar, que tem si tornado de uma certa forma em um laboratório aonde de antemão é possível antecipa as dificuldades e êxitos a ser alcançados nas aulas.

    O primeiro trabalho desenvolvido em sala de aula foi a elaboração de um gráfico aonde foi demonstrado a proporcionalidade da alimentação dos animais.

    Houve na verdade um pouco de dificuldade em montar o gráfico comparativo a proporcionalidade de alimentos consumidos por animais de pequenos e grande porte em um mesmo cartaz. Optamos por separar os animais em dois grupos os de pequenos porte em um gráfico e os de grande porte em outro, mas mesmo assim foi percebido que o animal elefante trouxe muita dificuldade de encaixa-lo no gráfico devido a disparidade deste animal em relação aos demais.

    Então, se torna bem mais prático e proveitoso trabalharmos animais que estão relacionados com a nossa fauna, e assim foi feito, e foi percebido um maior interesse pelos alunos em participar, pois os animais escolhidos foram aqueles que já são do conhecimento dos alunos e ao invés de usarmos os hábitos alimentares do tigre, urso e o elefante, optamos pelo gado de corte, gado de leite, a cabra e o porco, por estes estarem relacionados com o nosso cotidiano, e a disparidade de hábitos alimentares não seja tão astronômica como a do elefante x beija- flor.

    A atividade que trata da orientação sobre confinamentos de bovinos ao meu ver foi muita proveitosa pois podemos trabalhar vários conceitos com porcentagem razão e proporção grandezas e medidas, alem de ser uma atividade próxima da realidade dos educandos pois a base da economia da região é a criação de gado de corte e de leite, embora a maioria dos criadores ainda criam no modelo extensivo o conteúdo foi muito pertinente e contextualizado.

    A atividade sugerida para trabalhar a massa corpórea dos educandos foi executada com êxito embora alguns alunos se recusaram em participar por já se identificarem com acima do peso. Mas os alunos que ainda não sabiam passaram a ter a noção de como encontrar o seu IMC e se auto avaliarem.

    O conteúdo que aborda imposto de renda e porcentagem em se não despertou muito interesse nos alunos e alguns até se sentiram excluídos pois falam em cifrões que estão distantes de seus contextos pois os alunos oriundos desta comunidade são todos sem exceção dependentes dos programas assistencialistas do Governo Federal e não condizem com a realidade dos educandos.

    A meu ver todas as situações problemas que poderem ser contextualizas com a realidade de nossos educandos produzirá com certeza um efeito positivo no ensino aprendizagem dos educandos. Mas cabe também a nos professores estarmos atentos a aceitação ou empatia dos alunos e sempre estarmos aptos a novos desafios e buscando adequar os conteúdos propostos pelos livros didáticos e pcns à realidade de nossos educandos.

    A escola possui um blog criado e desenvolvido pelo professor de matemática onde são publicadas algumas das atividades desenvolvidas com o consentimento dos alunos com o seguinte endereço eletrônico: http://povoadodeaguafria.blogspot.com







    REFERENCIAS



    CARVALHO, Mercedes. Problemas? Mas que problemas?! Estratégias de resolução de problemas matemáticos em sala de aula. Petrópolis: Vozes, 2005. 70 p.



    DANTE, Luiz Roberto. Didática da Resolução de problemas de matemática. 1ª a 5ª séries. Para estudantes do curso Magistério e professores do 1º grau. 12ª ed. São Paulo: Ática, 2003.

    GIOVANNI, Jose Ruy BONJORNO, Jose Roberto GIOVANNI JUNIOR, Jose Ruy. BONJORNO, Jose Roberto. GIOVANNI JUNIOR, Jose Ruy. Matematica fundamental: uma nova abordagem - guia pedagogico . Sao Paulo: FTD.



    NUNÊZ, Isauro Beltrán. RAMALHO, Betania Leite (Orgs.). O uso de situações-problema no ensino de ciências. In.: Fundamentos do ensino-aprendizagem das Ciências Naturais e da Matemática: O novo Ensino Médio. Porto Alegre: Sulina, 2004. 145- 171 p.



    RABELO, Edmar Henrique. Produção e interpretação de textos matemáticos: um caminho para um melhor desempenho na resolução de problemas. Campinas, UNICAMP, Faculdade de Educação, Dissertação de Mestrado, 1995. 209 p.



    Programa Gestão da Aprendizagem Escolar - Gestar II. Matemática: Caderno de Teoria e Prática 1,2,3,4,5,e,6 - TP1, TP2, TP3, TP4, TP5 e TP6. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008.

























    ANEXO 1: ESCOLA MUNICIPAL NOSSA SENHORA DE FÁTIMA











































    ANEXO 2: TANGRAN PRODUZIDOS PELOS ALUNOS DO SÉTIMO ANO





















































    ANEXO 3: SÓLIDOS GEOMÉTRICOS CONSTRUÍDOS PELOS ALUNOS

    FICOU SÓ A SAUDADE!!!

                                                       ROUBARAM A MINHA MOTO!

    NÃO ERA  UMA MOTO DO ANO!
     DE 2 OU 3 ANOS DE USO, JÁ TINHA 13 ANINHOS, MAS O CARINHO QUE TINHA POR ELA ERA COMO SE FOSSE ZERA!
    FICOU SÓ A SAUDADE!!!!

    domingo, 5 de junho de 2011

    SERRAMALHENSE DE CORAÇÃO/ SERRA DO RAMALHO



    Serramalhense de coração

    Para muitos o momento mais esperado é o carnaval, para outros é o natal ou o dia do seu aniversário. Mas para mim foi e sempre será o mês de junho em minha cidade o momento mais esperado do ano. A gente passa o tempo todo sonhando e esperando por esta data inefável.

    É nesta época do ano que acontece a tradicional Vaquejada no Parque Joaquim Machado, marcado com grandes atrações musicais e muitos prêmios para os vaqueiros, além de um grande concurso onde é escolhida a rainha da vaquejada do ano em curso.

    E vale lembrar que ser a rainha da vaquejada é o sonho de quase toda adolescente aqui em minha cidade.

    Desde que me entendo por gente ouço minha mãe olhando no calendário e fazendo a contagem regressiva, faltam 10 meses para o mês de junho, Faltam quatro meses.., É assim vai até o grande dia.

    Mamãe e papai já no inicio do ano começam sempre nos recomendar: Vamos economizar porque o mês de junho já está perto!

    Vejo quase todos os dias às pessoas das mais diversas classes sociais, faixas etárias e de diferentes ideologias conversando com os seus amigos a respeito das festividades da vaquejada. E ouço sempre eles comentando e questionando: quais os eventos?, quem será o cantor ou a banda que fará o show no parque de vaquejada?

    Este período é muito especial para todos em minha cidade, pois estas festividades acontecem em comemoração à emancipação de Serra do Ramalho que aconteceu no dia 13 de junho de 1988 quando nosso município se desmembrou de Bom Jesus da Lapa.

    Inclusive para mim esta data é especial porque é somente nesta época do ano que meus parentes vêm nos visitar e o meu guarda-roupa é renovado, sim e até a minha escola entra em férias em respeito às festividades.

    Então, não vejo logo quando começa as férias!